Parkinson e o cuidador

O que é a Doença de Parkinson?

A Doença de Parkinson ou Mal de Parkinson é uma doença neurológica que afeta os movimentos. A pessoa acometida por Parkinson sofre de tremores, principalmente em situação de repouso. Seus movimentos também vão ficando cada vez mais lentos.

Por que ela acontece?

A doença de Parkinson ocorre por falta de uma substância chamada dopamina. A dopamina é uma substância fundamental para o controle dos movimentos do nosso corpo e é produzida numa região do nosso cérebro chamada “substância negra”. A pessoa tem a Doença de Parkinson quando as células que ficam nessa parte do cérebro começam a se degenerar, e param de produzir a dopamina. Com menos dopamina, essa pessoa vai perdendo o controle dos movimentos.

Veja aqui um folheto do Ministério da Saúde com mais informações sobre a Doença de Parkinson.

 

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O cuidado e o cuidador

Em diversas doenças – entre elas o Mal de Parkinson  – o paciente precisa reaprender a fazer várias atividades do seu dia-a-dia e pode precisar da atenção e do acompanhamento de um cuidador. Quando a família do doente não pode pagar esse cuidador, este pode ser um familiar ou alguém da comunidade.

O cuidado envolve atenção, precaução, cautela, dedicação e o carinho que se deve ter com o paciente, afinal, não são só as dores e limitações que o cuidador cuida e observa,  mas também o respeito aos sentimentos e à história de vida de quem está sendo cuidado.

De acordo com as leis brasileiras, o cuidador pode ganhar salário ou não para exercer essa atividade. Isso quer dizer que ele pode ser um profissional, uma pessoa da comunidade ou um familiar. De todo modo, o cuidador deverá sempre zelar pelo bem-estar, saúde, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer de quem está tomando conta.

O bom cuidador é aquele que enxerga na pessoa com limitações as tarefas que ela consegue realizar. Manter a pessoa ativa em tudo aquilo que ela puder ao longo do tempo vai aumentando sua autonomia para que ela execute outras. Assim, cuidar não é simplesmente fazer pelo outro, mas estimular a pessoa para que, em seu próprio ritmo, ela conquiste a confiança de que precisa no seu dia-a-dia.

O Ministério da Saúde tem um Guia Prático voltado às pessoas que atuam como cuidadores.