Como Prevenir Dores no Cotovelo no Trabalho?

Como Prevenir Dores no Cotovelo no Trabalho

Muitas pessoas se queixam de dor ou simplesmente um desconforto no cotovelo por passarem muito tempo diante de um computador.

Por isso que é importante cuidar da postura para prevenir esse e outros tipos de problemas.

Geralmente, as dores no cotovelo e no antebraço são causadas por movimentos repetitivos e pulsos e dedos em posições inadequadas.

É essencial descobrir a causa e tratar o quanto antes, principalmente para evitar que a dor piore.

Nesse artigo, veja o que pode estar causando isso e como proteger seus cotovelos quando estiver trabalhando.

O que é dor no cotovelo?

Existem vários tipos de dor no cotovelo, que podem ser causadas por uma tendinite, um processo inflamatório ou até um traumatismo.

Como os cotovelos são articulações muito solicitadas no dia a dia, as dores são relativamente frequentes.

No caso específico do trabalho, especialmente quando usamos muito o computador, a longo prazo, e se você não mudar algumas coisas, a tendência é só piorar.

Mas, felizmente, pequenas mudanças no seu dia a dia já ajuda bastante.

A seguir, separamos algumas dicas para prevenir dores no cotovelo.

Dicas para prevenir dores no cotovelo

A grande questão da dor no cotovelo enquanto trabalhamos é que, dependendo da intensidade, pode acabar limitando os movimentos, além é claro do próprio desconforto da dor.

Veja algumas coisas para você estar atento:

1.Observe o tipo de dor

Você sente dor ao tocar no cotovelo? É uma dor nos dois cotovelos ou apenas em um? Qual é a intensidade?

Agora, se as dores persistirem mesmo quando você não está trabalhando, é aconselhável que consulte um médico especialista em cotovelo para investigar mais a fundo o que pode estar acontecendo.

Preste atenção na posição e movimentos das mãos enquanto você está trabalhando.

Tenha em mente que, seu punho deve estar alinhado com seu antebraço, caso contrário, uma tensão se exerce sobre os tendões.

  1. Adapte a sua mesa de trabalho

Se você perceber que seus dedos se elevam quando você está digitando, o ideal é ter um apoio para a mão.

Isso faz com que seus dedos fiquem no mesmo nível do teclado, o que permite que os punhos permaneçam relaxados.

Agora, caso a sua dor esteja localizada no braço que controla o mouse, é melhor uma área maior para movê-lo.

Por exemplo, uma área muito pequena faz com que você faça movimentos repetitivos menores do punho ao invés de um movimento maior do braço, o que acaba afetando seu cotovelo.

3.Modifique sua maneira de trabalhar

Se por um acaso você usa muito o mouse, tente utilizar os comandos do teclado para descansar um pouco.

A boa notícia é que hoje existem acessórios que ajudam a evitar dores no cotovelo.

Vale a pena também fazer pequenas pausas durante o dia, para que relaxe não apenas seus braços e mãos, mas todo o corpo.

Atualmente, a maioria das empresas está preocupada em proporcionar um ambiente de trabalho que preserve a saúde de seus funcionários.

Estão investindo em móveis apropriados justamente para evitar dores nos ombros, coluna, pernas e cotovelos.

E está mais provado que um ambiente adequado, não apenas melhora a qualidade de vida dos trabalhadores, mas também a sua produtividade e a menor chance de se ausentarem do trabalho por conta de dores.

Um dos problemas mais comuns decorrentes de movimentos repetitivos é a tendinite. Entenda a seguir um pouco mais.

O que é tendinite do cotovelo?

Então, a dor mais frequente associada ao cotovelo é decorrente de uma tendinite.

É uma inflamação dos tendões da parte externa do cotovelo, ao nível do úmero, também conhecida como cotovelo de tenista.

Geralmente ocorre em razão de movimentos repetitivos, como trabalhos manuais e uso do computador.

Vale lembrar que, junto com a dor, pode aparecer inchaços, sensação de calor, vermelhidão no local e uma maior sensibilidade.

É importante observar para ver se a dor não vai piorar e procurar investigar o quanto antes.

Como já foi dito, o mais indicado nesses casos é consultar um médico especialista em cotovelo, pois é capaz de identificar a causa da dor, indicar o tratamento além de te orientar quanto a medidas preventivas.

Menopausa: o que é, causas e formas de tratamento

menopausa

A menopausa se trata da última menstruação, um acontecimento que ocorre, na maioria das vezes, dentre o período de 45 e 55 anos. É chamada prematura ou precoce quando atinge mulheres antes dessa idade estipulada, por volta dos 40 anos. Grande parte das vezes, o termo menopausa é usado de forma errada, se referindo ao climatério, processo de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o período não reprodutivo. Entretanto, a menopausa não está relacionada com esses indicadores, já que está relacionada a parada das menstruações.

São muitos os casos de mulheres em que a menopausa é identificada por anormalidades na menstruação, como a sua escassez, seu ciclo desregulado e hemorragias. Outros efeitos percebidos são ondas de calor; fogachos, mudanças quando a libido, humor e o sono, além do atrofiamento dos órgãos genitais que os sucede.

O que é menopausa?

As mulheres, diferente dos homens, nascem com um número pré-estipulado de óvulos que, ao iniciar a puberdade, são maturados e ejetados juntamente a menstruação, se tornando um embrião quando a reprodução tem o seu início. Essa quantidade pré-estabelecida de óvulos que determina a menopausa, uma vez que se acabam na última menstruação, em que o processo começa.

A pré-menopausa é identificada quando a mulher começa a perceber uma alternação na taxa hormonal em que os ovários são formulados. São esses hormônios os responsáveis pelos diversos sintomas dessa fase, podendo ser mais fortes em uma ou outra mulher, sendo que algumas podem passar por esse processo sem ao menos perceber alguma alteração característica. A pré-menopausa não possui um período físico e pode durar anos.

O período do climatério se trata compreende a pré-menopausa, a própria menopausa e a pós-menopausa, que perdura até final da vida da mulher, as tornando mais suscetíveis a enfermidades como a osteoporose e de problemas relacionados ao sistema vascular. A fase da pré-menopausa e da própria menopausa precisam ser acompanhadas por um médico ginecologista, uma vez que os hormônios sintetizados nos ovários podem influenciar até menos no desenvolvimento do câncer de mama.

Causas da menopausa

Os óvulos produzidos ao longo da vida da mulher são originados nas células germinativas de ovários que estão presentes desde o nascimento. Esses óvulos são utilizados da primeira à última menstruação. Logo, as células germinativas não podem ser formadas novamente, e a parti do momento que os óvulos são completamente liberados, os ovários perdem suas funções e os números de progesterona e estrogênio; hormônios femininos, caem bruscamente, sendo essa queda irreversível. Entre as demais causas da menopausa então os processos cirúrgicos ginecológicos, em que os ovários são retirados.

Diagnóstico da menopausa

Diagnóstico da menopausa

O diagnóstico da menopausa só pode ser realizado após a mulher ter passado no mínimo 12 meses sem menstruar. O diagnóstico do climatério, em contraste, considera os sintomas, o exame clínico e certos exames laboratoriais de sangue. Papanicolaou, ultrassom transvaginal, densitometria óssea e mamografia são exames complementares e que devem ser feitos com regularidade.

Sintomas

A menopausa e o climatério podem não possuir sintomas, contudo, a maioria das mulheres possuem sintomas já no começo do climatério, os quais sofrem alterações na intensidade devido a redução gradual dos hormônios sexuais femininos. Dentre os sintomas mais comuns estão:

  • Ondas de calor ou fogachos: se tratam de momentos repentinos de sensação de calor na região do rosto, pescoço e na superior do tronco, comumente ocorrem junto a um rubor na face, vertigens, fortes batimentos cardíacos, fadiga muscular e sudorese. Em caso de mais intensos, são capazes de limitar as tarefas do cotidiano;
  • Manifestações urogenitais: incidências como a de incontinência urinária, ressecamento vaginal, diminuição da libido, infecções urinárias e ginecológicas;
  • Sintomas psíquicos: a influência da diminuição da quantidade dos hormônios femininos na liberação de neurotransmissores essenciais para o bom funcionamento do sistema nervoso central; potencializando momentos de estresse, trazendo sintomas de depressão, distúrbios de ansiedade, insônia, labilidade emocional, melancolia e perda de memória;
  • Anormalidades no período dos ciclos menstruais e na quantidade da passagem de sangue;
  • Perda da massa óssea distintiva da osteopenia e da osteoporose;
  • Mudanças na estética e espessura da pele, unhas e cabeços (fraqueza), na distribuição de gordura corporal;
  • Maior risco a doenças cardiovasculares, tendo destaque para a doença coronariana.

Tratamento da menopausa

A terapia responsável pela reposição de hormônios possui a ação benéfica quanto aos sintomas físicos, psíquicos e aos que possuem relação com os órgãos genitais durante o climatério. Além desse motivo, há a função de proteção à osteoporose e a segurança de uma melhor qualidade e estilo de vida. Todavia, existem os riscos da ocorrência de trombose, distúrbios hepáticos, doenças cardiovasculares, sangramento vaginal sem causa aparente, endométrio e câncer de mama.

Segundo pesquisas relacionadas, a isoflavona de soja possui semelhança quanto a atuação de controle dos fogachos como o estrogênio. Porém, medidas simples como, o corte de maus hábitos; como o tabagismo e o alcoolismo, manutenção de cuidados quanto a saúde bucal e de uma alimentação saudável e equilibrada, juntas podem diminuir os efeitos negativos do climatério.

Orientações para antes e depois da menopausa

Tendo em vista que o climatério abrange a pré e a pós menopausa, existem certas recomendações dos médicos especialistas como: continuar as visitas ao ginecologista menos depois da menopausa; evitar o ganho de peso, a ingestão de álcool e o cigarro, mantenha uma alimentação saudável e uma vida ativa.

Essas orientações devem compreender todo o processo e são importantes para a promoção do bem-estar mesmo em um período tão complexo.A prática de atividades físicas é essencial para a sensação desse bem-estar, além de que com ela há a prevenção de doenças cardiovasculares, a diminuição das mudanças de humor, da osteoporose, além do controle da pressão arterial.

Existe ainda a perimenopausa, que abrange todo o período de mudança e perdura um ano após a última menstruação. Seja na transição menopausal (pré-menopausa), na perimenopausa e pós-menopausa, mantenha um estilo de vida saudável e as visitas regulares não só ao ginecologista, mas ao médico geral, é importante frisar que com a menopausa também vem a terceira idade, e nada melhor do que começar a melhor idade com a saúde em dia.

Os benefícios da pílula anticoncepcional para a mulher

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A pílula anticoncepcional, desde sua sintetização, transformou o a vida da mulher, oferecendo uma maior liberdade sexual. Esse tipo de medicamento é, até os dias de hoje, o método contraceptivo que mais é utilizado, uma vez que oferece uma série de vantagens e simplificações na vida da mulher; devendo se levar em conta também suas desvantagens. Veja a seguir os benefícios que o uso da pílula anticoncepcional pode oferecer:

Vantagens da pílula anticoncepcional

A principal vantagem da pílula anticoncepcional é a prevenção de uma gravides indesejada, porém, o seu uso não se limita a esse benefício, conheça os demais:

Melhora na condição da pele

Apesar da maioria das mulheres usufruírem da pílula anticoncepcional para a prevenção da gravidez, um grande número também adere a esse contraceptivo para a melhora exponencial da pele, uma vez que acnes, oleosidade excessiva e pelos faciais, entre outros sintomas, podem advir de alguma alteração dos hormônios sexuais androgênicos.

Esse caso influencia diretamente na autoestima, na qualidade de vida e no bem-estar da mulher. Entretanto, com o uso regular do anticoncepcional, ocorre a redução da taxa desses hormônios e, sucessivamente, na melhora da aparência da pele, a livrando de todos aqueles sinais desagradáveis.

Redução das cólicas e TPM

A pílula anticoncepcional, ao ser ingerida, inicia o controle do sistema reprodutor, uma vez que possui a quantidade ideal de hormônios, geralmente uma combinação de progesterona e estrogênio. Desse modo, os sintomas das cólicas são reduzidos logo após a primeira cartela, já que o corpo não irá incitar o útero da mesma forma.

A tensão pré-menstrual, chamada TPM, também é diminuída com a aquisição do controle dos hormônios. Isso acaba por atrapalhar as quedas e os picos súbitos hormonais do FSH (fólico estimulante) e o LH (luteinizante), que atuam em processos como a ovulação e assim, na oscilação do humor antes da menstruação.

Controle do ciclo menstrual

O ciclo menstrual desregulado é um incomodo para muitas mulheres, e a pílula anticoncepcional é uma solução para esse problema. Pelo fato de serem ingeridas em quantidades de hormônios, frequência e intervalos pré-determinados, o previsto é que a menstruação fique regulada.

A menstruação, assim, se habitua a chegar no período de pausa, uma vez que tem início no momento que ocorre a cessação do processo que o corpo realiza a identificação; mudando de acordo com o estilo optado. Esse intervalo não possui interferência na eficiência da medicação, mesmo por causa da carência dos medicamentos. Outro fator relevante é que a menstruação não é sempre fiel quanto ao dia e hora, mas precisa ao período.

Diminuição do fluxo menstrual

Além de dificultar o processo de ovulação, a pílula anticoncepcional atua na redução da dimensão do endométrio; tecido que compõe o interior do útero e que rege a menstruação. Com isso, em algumas situações ocorre a diminuição do fluxo menstrual, o que não é algo geral, e em alguns casos, o sangramento também pode não acontecer no intervalo. No interesse de cortar a menstruação por completo, uma medida é o consumo constante da pílula, sem a presença do intervalo. Logo, tenha os seus objetivos quanto o uso da pílula estabelecidos para evitar futuros descontentamentos.