Paralisia facial: saiba mais sobre o tema

Paralisia facial

Os procedimentos odontológicos em que é utilizado um sedativo pode levar à paralisia facial momentânea, podendo durar de uma a 12 horas. A aplicação do produto ocorre para que o paciente não sofra nenhuma dor durante a visita ao dentista, anestesiando os nervos.

Contudo, esse caso se trata de uma paralisia controlada e que não apresenta riscos, mas existem diversos fatores que podem acarretar em uma paralisia facial, precisando ser entendida e controlada.

Por exemplo, em casos mais graves, uma lesão nos nervos pode fazer com que a pessoa perca os movimentos do rosto. Os músculos da face ficam flácidos, dando o aspecto caído, e fracos, interferindo em diferentes aspectos e sensações. 

Inclusive, no caso da paralisia de Bell, como também é conhecida a paralisia facial por lesão de um nervo, diversas funções ficam prejudicadas, entre elas:

  • Controle da saliva bucal;
  • Interferência na sensação palativa;
  • Canal lacrimal sem controle;
  • Perda de movimento muscular do rosto.

Ou seja, são funções importantes e que podem ser recuperadas, desde que o paciente passe por um tratamento adequado e faça visitas regulares a profissionais da área da saúde, inclusive dentistas.

Clínicas formam rede ampla de atendimento

As pessoas que são acometidas por esse tipo de problema de saúde podem ser assistidas por um profissional da área da odontologia. 

Se o paciente tiver acesso a um convenio odontológico, ele vai passar por diversos especialistas da área, conforme a extensão da rede de atendimento de clínicas conveniadas, tendo um atendimento completo e multidisciplinar.

Durante a consulta com o profissional, o paciente pode indicar quais os problemas que podem originar a paralisia facial, contribuindo para seu controle.

O dentista pode perceber o problema a partir da dificuldade que o paciente tem ao falar, o piscar de olhos, e indicar se há dores na região da mandíbula e junto às orelhas.

Outras situações que podem ajudar na detecção da origem da paralisia facial está em situações distintas, que podem ser identificadas pelo profissional para o atendimento prévio. Entre elas estão:

  • Perda do paladar;
  • Dor de cabeça constante;
  • Excesso de salivação;
  • Espasmos musculares.

Conforme o tipo do plano odontológico contratado, pode haver a cobertura de todos os custos, inclusive com a formalização de parceria com outros setores da saúde, como clínicas médicas e redes farmacêuticas.

Dessa forma, o paciente que paga mensalmente o plano e pode contar com um retorno adequado quando surge a necessidade de utilizar os benefícios que esse tipo de prevenção oferece.

No caso de não haver uma cobertura expressa, pode ser solicitado junto a operadora e clínica a realização dos tratamentos. Assim, pode haver a liberação para o quadro específico ou ainda o ressarcimento do valor despendido.

Ajuda de custo descontada no holerite

As empresas podem oferecer um plano odonto empresarial aos funcionários para que eles possam fazer visitas regulares ao dentista sempre que possível, o que otimiza e contribui para a qualidade do tratamento, bem como com a realização de medidas de prevenção.

Esse cuidado com o trabalhador é justificado de diversas formas. 

Quando um colaborador se sente acolhido e respeitado, ele possui mais interesse em trabalhar na empresa, e sabe que, se precisar, terá um atendimento adequado sempre que possível, sentido-se valorizado e mais tranquilo quanto aos imprevistos que podem surgir..

Assim, no caso de uma paralisia facial, haverá uma melhor assistência e garantia de cuidados.

Inclusive, uma das primeiras perguntas feitas pelo profissional que vai fazer o atendimento será qual o cargo e a função em que a pessoa trabalha. Dependendo da resposta, pode ser um ponto de partida para o tratamento mais adequado, e adequação das rotinas.

O plano odontológico empresarial pode ser pago em parte pelo contratante e parte pelo contratado, pois assim ambos são beneficiados. 

Da parte corporativa, as empresas conseguem um desconto interessante quanto ao custo quando é feito de maneira conjunta. 

Para os funcionários, o valor é muito menor se o plano fosse pago à parte, como pessoa física, garantindo o tratamento correto para a paralisia sem impactar no orçamento e trazendo mais segurança para esse momento.

Profissionais autônomos podem ter um plano 

Não são apenas as empresas e corporações que podem oferecer um convênio odontológico para os funcionários. O mercado oferece plano dental para MEI (Micro Empreendedor Individual), com as mesmas vantagens.

Tudo vai depender da assistência que será paga, pois há diferentes categorias que podem ser contratadas por meio de uma corretora de seguros. 

Com isso, são oferecidos desde atendimentos simples, como tratamento de cárie e limpeza dentária, até aqueles que atendem pessoas com problemas de paralisia facial ou precisam de um acompanhamento de longo prazo, como no caso de uso de aparelhos ortodônticos.

Outros profissionais auxiliam no tratamento

Além da área da odontologia, um paciente com problema de paralisia facial deve ser acompanhado por outros especialistas, entre eles um fisioterapeuta, um fonoaudiólogo e um otorrinolaringologista.

Em um trabalho conjunto, a recuperação do movimento muscular e recuperação do nervo lesionado pode ser trabalhada de melhor forma.

Os profissionais da área de odontologia ajudam na redução de inflamações que podem atingir toda a via oral, principalmente por estar próximo ao nervo responsável pela mobilidade do rosto. 

A saúde da gengiva, dos dentes, do palato e da língua ajudam a reduzir os danos de uma paralisia facial, proporcionando aos pacientes uma vida livre e, principalmente, sem dores.

Assim, o paciente pode ter sua recuperação estabelecida com tranquilidade, segurança e qualidade, promovendo bem-estar no decorrer do processo de tratamento multiprofissional.

 

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog Qualivida Online, site no qual é possível encontrar diversas informações, dicas e conteúdos ricos sobre os cuidados com a saúde física e mental.

Cintas pós-parto: vantagens e desvantagens

Cintas pós-parto

Você está em dúvidas sobre como deve ser realizado uso de cintas pós-parto e quais os seus benefícios? Confira quais as indicações e o porquê o uso desse material pode ajudá-la após a gravidez.

Após o parto, você notará algumas mudanças em seu corpo, como nos seios, na barriga ou no intestino. Essas mudanças podem fazer você considerar o uso de cintas pós-parto para ajuda o corpo a se recuperar e tentar voltar ao que era antes.

Em primeiro lugar, você deve saber que é normal ter intestino alto, gordura localizada, entre outros, durante as semanas seguintes ao parto, já que o corpo passou por várias mudanças e tem que voltar gradualmente ao normal.

O que são cintas pós-parto?

O uso de cintas pós-parto é indicado para ajudar a região abdominal a se reposicionar mais rapidamente, aplicando força na região que foi enfraquecida após o parto. Também faz com que os órgãos internos e a pele se reposicionem mais rapidamente e dá à mulher confiança para fazer alguns movimentos.

A cinta pós-parto é uma vestimenta utilizada após o nascimento do bebê, responsável por circundar e comprimir a região abdominal e a região lombar. Existem vários tipos: tubulares, como se fossem um cinto, com suspensórios, com velcro, mais ou menos flexíveis ou rígidos… Além disso, são fabricados com materiais diversos, como microfibra ou algodão.

As opiniões sobre seu uso são diversas, pois para algumas podem ser muito úteis na correção de postura e na estabilização das costas após o parto, mas a pressão aplicada nem sempre é correta. Isso ocorre porque ela não permite que os músculos afetados trabalhem por conta própria.

O ideal é conversar com o seu médico antes de realizar o uso para saber quais os tipos de cinta pós-parto mais indicados no seu caso.

Confira também: Ensaio Gestante Vila Formosa – Dicas para ter o melhor ensaio

Quando usar a cinta pós-parto?

É importante observar que as cintas pós-parto não devem ser usadas imediatamente após o parto normal ou cesariano. Os prazos indicados pelo ginecologista devem ser respeitados.

Após o parto, os músculos, útero e órgãos do abdômen voltam à posição inicial (antes da gravidez). Embora não sejam completamente iguais, com nutrição adequada e cuidados com os exercícios físicos, eles serão capazes de se assemelhar gradualmente.

Especialistas recomendam seu uso logo após o nascimento do bebê, para que a mãe se sinta mais confortável, e aos poucos se acostume com a falta de peso e o vazio do abdômen, desde que consiga ficar em pé sozinha.

Caso tenha sido realizada episiotomia, não opte por calças ou cintas tipo calcinha, pois dificultam a transpiração e, portanto, impede a cicatrização correta da ferida.

Se o parto foi cesáreo, o uso de cintas pós-parto não é recomendado até após a quarentena. Isso permite uma boa cicatrização da parede abdominal e do útero, e que este adquira sua posição inicial de forma fisiológica.

Vantagens do uso da cinta pós-parto

  • Dá segurança na realização de alguns movimentos.
  • Pode ajudar a uma melhor recuperação após o parto, reduzindo a sensação de vazio no abdômen e as dores.
  • Ajuda a manter os órgãos no lugar, pele e modela o corpo.
  • Fortalece a região lombar, dá estabilidade e ajuda na postura correta.

Desvantagens do uso da conta pós-parto

  • Seu uso prolongado impede que os músculos da região abdominal trabalhem por conta própria. Isso causa um atraso na recuperação pós-parto e pode levar à incontinência, hemorroidas ou prolapso genital.
  • Não ajuda a modelar e perder barriga por si só, mas seu uso deve ser acompanhado de hábitos saudáveis, como boa alimentação e prática de exercícios físicos.

Por fim, Converse com seu médico para obter mais informações importantes e realizar o uso adequado da cinta.

Se você optar pelo uso de cinta pós-parto, não se esqueça de escolher o modelo correto. Os mais indicados são os tubulares, que atuam no nível lombar e abdominal, e não afetam a parte da virilha. Além disso, não se deve esquecer que seu uso é apenas um suplemento, portanto seu uso deve ser pontual para que seja positivo e não contraproducente para a recuperação muscular.

Como é feita a remoção de pintas?

remoção de pintas

Lesões planas ou elevadas, e com pigmentação variada, as pintas (ou nevos melanócitos) fazem parte do nosso corpo. A maior parte das pessoas apresenta várias: sejam de nascença ou adquiridas ao longo da vida por muito tempo à exposição solar ou como consequência de um tratamento médico. A remoção de pintas, contudo, existe para tratar pacientes em que a mancha passa a ser um problema.

Existem maneiras de se analisar se é, de fato, necessário fazer a remoção de pintas. Doenças mais graves, como infecciosas ou oncológicas, podem se manifestar primeiramente através de alterações visíveis na pele. Observar o próprio corpo e modificações pouco usuais no mesmo é sempre uma ótima forma de prevenção.

Manchas na pele: prevenção e tratamento

A remoção de pintas acontece quando algumas dessas manchas tão comuns no nosso corpo evoluem e ficam às vias de se tornar um câncer de pele. Para tanto, examine com frequência alterações nas suas pintas ou o surgimento de novas.

Os médicos costumam avaliar se o sinal no corpo é prejudicial ou nocivo através de uma técnica conhecida como regra ABDCE. Ela também pode ser utilizada para você fazer observações no seu próprio corpo em casa antes de buscar ajuda médica.

  • Assimetria: quando a pinta se divide em duas metades que não “se casam”;
  • Bordas: quando as pintas se apresentam dentadas, com sulcos, de maneiras irregulares;
  • Cores: pintas mais convencionais possuem uma pigmentação uniforme. As incomuns mesclam tons de marrom, preto, vermelho, azul ou branco.
  • Diâmetro: pintas maiores do que 0,5 centímetros;
  • Evolução: crescimento rápido de uma pinta ou modificações em sua aparência.

Como funciona os procedimentos de remoção de pintas?

Existe uma técnica conhecida como cirurgia micrográfica de Mohs, recomendada para lesões na pele de tamanho maior – ela envolve a remoção tanto do tumor quanto da margem de segurança, utilizando uma cureta.

Analisado por microscópico, o material removido demonstra se é necessário que o médico continue fazendo a curetagem, até que não haja mais a presença de células cancerosas na pele do paciente. Essa cirurgia é mais comum em lesões que apareçam em regiões sensíveis, tais como o rosto, de maneira a preservar tecido saudável e evitar grandes desfigurações ou cicatrizes.

Já nos casos de lesões menos agressivas, existe outra técnica de remoção de pintas. Uma delas é criocirurgia, que congela a pinta com o uso de nitrogênio, sem a necessidade de corte. Todavia, a taxa de cura é inferior à da excisão (mais comum).

A curetagem e a eletrodissecação são técnicas para que a lesão seja raspada com cureta e bisturi elétrico, destruindo as células cancerosas. Há também a cirurgia a laser, que pode ser feita com erbium YAG ou laser de CO2. É uma alternativa para pacientes que apresentem problemas de coagulação sanguínea, uma vez que o procedimento não traz sangramentos.

Como a remoção de pintas é um tema com muitas variáveis, se você está com alguma dúvida sobre aparecimento de manchas na sua pele, não hesita em buscar ajuda profissional. Entre em contato com o consultório da Dra. Maria Claudia e agende uma consulta e avaliação.

Como são feitas as consultas médicas em transmissão ao vivo na pandemia?

A pandemia causada pelo novo coronavírus mudou muita coisa na nossa sociedade. Fomos pegos de surpresa e tivemos que nos adaptar às mais diferentes imposições que a maior crise de saúde do mundo provocou.

Toda essa mudança aconteceu por conta da capacidade de transmissão do vírus somada ao desconhecimento médico sobre ele que fez com que a única estratégia possível para frear a doença fosse o isolamento social.

Transmissão ao vivo

As pessoas passaram a trabalhar de forma remota, tiveram que fazer as coisas muito afastados um do outro e com isso o problema foi resolvido realizando uma live. As famosas lives ganharam espaço durante a quarentena. Os artistas fizeram muitas.

Mas acabou que essas lives precisaram continuar em outras áreas além da música. Teve a utilização de drones para filmar eventos e entre muitas outras tecnologias que acabaram fazendo parte de processos que antes eram apenas presenciais.

Com a pandemia, até processos de contratação de desligamento de empresa começaram a ser feitos de forma totalmente remota. E nesse cenário, as consultas médicas também passaram a utilizar a tecnologia em prol da saúde.

Essa foi a última saída para manter o atendimento médico das pessoas sem comprometer a saúde delas colocando essas pessoas em exposição ao vírus, podendo ficar gravemente doentes e até indo a óbito.

Consultas Remotas

Os planos de saúde aderiram à prática e assim conseguiram agilizar muito a vida das pessoas. Além disso, foi possível notar o tempo que se ganha com a consulta remota.

Afinal de contas, quantas vezes você já foi ao médico para resolver um problema que não levou sequer 10 minutos?

Para essas consultas remotas existe um nome: telemedicina. E afinal o que é isso? Vamos entender um pouco melhor a seguir, para você ter todo o conhecimento que precisa. Vamos lá?

O que é telemedicina?

A telemedicina é a disponibilização de serviços médicos a distância para cuidar da saúde. Tudo isso é feito com um aparato tecnológico muito completo, que torna a experiência da consulta tão boa quanto a da consulta presencial.

Ela é muito complexa e não pense você que ela se resume exclusivamente para as consultas. Muitos médicos usam a telemedicina para debater questões técnicas, profissionais da saúde utilizam plataformas online e muitos outros.

A telemedicina é um grande suporte para a medicina tradicional e surge por meio do conhecimento científico e também pelos recursos tecnológicos existentes.

Pensa em como a telemedicina é útil para lugares de difícil acesso?

Um verdadeiro avanço para o monitoramento da condição clínica do indivíduo, além da possibilidade de intervenção precoce em casos onde algo está errado.

Sem falar na aproximação do médico com o paciente, ampliação da agenda clínica pela rapidez com que a telemedicina dá para a consulta entre muitas outras coisas também.

Percebeu como a telemedicina, ou consulta médica em transmissão ao vivo é importante? Um dos grandes legados para a medicina que já era praticado, mas que chegou para ficar por conta da pandemia.

06 formas de cuidar da saúde mental no dia-a-dia

cuidar da saúde mental

Por causa da constante agenda lotada de compromissos e as várias responsabilidades do dia-a-dia, muitas vezes deixamos de lado os cuidados com a nossa saúde mental.

Assim como a física, a nossa mente necessita de cuidados cotidianos e que possam refletir na sensação de bem-estar e na melhora da autoestima, que por sua vez não depende apenas de procedimentos estéticos, como o invisalign.

No entanto, é por simples atitudes adicionadas na rotina, e mudanças no modo de ver a vida que a saúde mental é conservada. Conheça algumas dessas atitudes e posicionamentos que fazem a diferença.

Organizar o tempo

Saber planejar e organizar o tempo é essencial para evitar o estresse e o mau-humor frequente. Assim como se deve ter tempo suficiente para sanar os compromissos se deve ter tempo para momentos de lazer.

Ter tempo para fazer o que gosta combate diretamente pensamentos autodestruitivos, e assim distúrbios mentais como a depressão. São os bons momentos os responsáveis por trazer relaxamento, tranquilidade, e positividade a percepção de mundo.

Manter bons relacionamentos

Dentro dos momentos de lazer, sair com os amigos, entrar em grupos e aulas de fins esportivos, aumentar o ciclo social e melhorar as relações também ajuda a ver a vida com mais otimismo.

A sociabilidade e a interação que ela promove é a principal forma de combater o sentimento de solidão e a angústia do dia-a-dia. As relações, quando boas, são construtivas e são capazes de nos distrair dos problemas do dia-a-dia.

Investir em hobbies

Partindo do conceito de investir no que gosta, os hobbies são extremamente importantes para o melhor aproveitamento dos momentos de lazer e para as melhores escolhas.

A prática de exercícios físicos também está relacionada à saúde mental, e com ela, há diversas modalidades que podem ser exploradas, de acordo com o seu perfil. Desde a musculação e o futebol, até a natação e a caminhada, os benefícios permanecem.

Técnicas como yoga e pilates também estão são boas opções, assim como os jogos online e a música. O que te faz bem deve ser levado em conta e pode ser adicionado na lista.

Investir em uma boa playlist

A música possui uma grande importância em nosso emocional, influenciando fortemente na saúde mental.

Uma boa playlist animada, por exemplo, pode ser a energia necessária para momentos que geram certo desconforto e desânimo. Já uma playlist calma, pode ser a dose de calmaria e de relaxamento necessária em momentos desagradáveis.

Assim como escutar música, se envolver com ela também pode ser bastante prazeroso, seja cantando, dançando ou participando de sua composição e produção. A música também é arte, e a arte é emoção e sentimento.

Estilo de vida saudável

Os bons hábitos de uma vida saudável, como a prática regular de atividade física, também estão ligados à manutenção da saúde mental. Os cuidados com a saúde física também atuam no psicológico, uma vez que nosso corpo é interligado.

Assim como os esportes, uma dieta equilibrada e nutritiva e uma boa hidratação são capazes de manter a sensação de bem-estar, e assim, de diminuírem o índice de irritabilidade, melhorar o raciocínio e a memória.

A autoestima e autoconfiança também são frutos da aceitação e de uma melhor relação com o corpo e mente. Uma vida mais positiva e menos angustiante é a fórmula ideal para a prevenção de desequilíbrios emocionais e dos distúrbios mentais.

Visitas regulares ao psicólogo

Assim como as visitas ao médico fazem uma parte importante da ação preventiva a complicações à saúde, assim é com as idas às clínicas de psicologia. É consultando com um profissional que passamos a ter um amplo conhecimento de sua situação emocional e psicológica.

Nas sessões com o psicólogo esse profissional ajuda no processo de autoconhecimento e no desenvolvimento da inteligência emocional. É por meio da inteligência emocional que conseguimos filtrar a positividade de nossas vivências.

O melhor desempenho do cérebro, da capacidade de raciocínio e memória também está ligada com as flutuações de humor, e como reagimos aos problemas. Procurar ajuda profissional é fundamental para a melhora da performance mental.

Logo, é visando equilíbrio e harmonia que conseguimos manter a saúde mental em meio ao nosso cotidiano. Seja no âmbito pessoal ou profissional, cuidar do psicológico é capaz de trazer mais leveza aos nossos relacionamentos e momentos da vida.

05 formas de ajudar um amigo com depressão

05 formas de ajudar um amigo com depressão

A depressão atinge grande parte da população não só brasileira como mundial, sendo 322 milhões de pessoas globalmente afetadas segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde. Os números relacionados as doenças são alarmantes, o que nos permite refletir que essa doença está mais perto de nós do que nunca.

Antes de saber como ajudar alguém que passa por esse problema é necessário compreender as particularidades da depressão. A depressão se trata da baixa de humor constante e “anedonia”; inabilidade de sentir prazer.  É um estado de saúde mental critico em que a pessoa necessita de um acompanhamento psicológico, juntamente com a ajuda e compreensão dos familiares e amigos.

Os cuidados com a saúde não devem se limitar as visitas a sede de franquia odontológica de confiança, mas compreender também o auxílio médico e psicológico, uma vez que a saúde geral está interligada. Saiba como ajudar uma pessoa com depressão e demonstrar o seu apoio:

1. Não inferiorize o que a pessoa sente

Existem pessoas que menosprezam a doença achando que estão dando motivação. No entanto, nunca faça isso. Pessoas com depressão são portadores de um transtorno mental grave, e isso não pode ser superado simplesmente com o positivismo.

Então, caso você esteja tentando ajudar um amigo, essa não é a melhor forma. Comece ver a depressão como a grave doença que ela é e você saberá o que realmente seu amigo está passando e saberá como fazer a diferença gradualmente. Depressão está longe de ser só uma tristeza passageira, e medidas baseadas somente em pensamentos positivos estão longe de serem efetivas.

2. Apoie o tratamento profissional

Pessoas com depressão muitas vezes se negam a recorrer ao tratamento com um profissional, mesmo que seja essencial para uma recuperação mais rápida e duradoura. Com isso, uma das medidas essenciais que se deve ter para ajudar um amigo com depressão é estimula-lo a recorrer ao acompanhamento com um psicólogo ou psiquiatra.

O tratamento da depressão só acontece pelo intermédio de um profissional, e incentivar a pessoa a ver isso com bons olhos é de extrema ajuda para que ela comece a ver a sua saúde mental com seriedade. Em certos casos o uso de medicamentos pode ser indicado pelo profissional, e deixar de toma-los também não é uma opção.

3. Ajude a pessoa a valorizar a sua saúde

A depressão permite que a pessoa se afunde cada vez mais em seus pensamentos autodestruitivos, o que faz com que elas deixem de zelar pela sua própria saúde. A baixa autoestima e o desleixo quanto a saúde geral é evidente e é necessário que além do apoio profissional, a pessoa possa ser bem acolhida dentro de casa, do ciclo de amizades e demais bolhas sociais.

É necessário que esse apoio esteja ligado também aos cuidados com a saúde, motivando a pessoa a realizar medidas preventivas mesmo que barradas pela doença. A motivação vai desde a manutenção de uma boa alimentação, a uma rotina de exames e a prática regular de exercícios, que também é essencial para o tratamento da depressão.

4. Seja compreensível com o tempo

É necessário compreender que a depressão não desaparece de uma hora para outra, é através de cuidados diários e do apoio psicológico gradual que a doença consegue ser curável em determinado momento. Nenhuma medida isolada é capaz de tratar a depressão, nem mesmo os remédios, nem mesmo o acompanhamento profissional. Com isso, deve-se ter paciência e está sempre ao lado da pessoa é fundamental nesse processo. Haverão dias muito ruins e se fazer presente faz muito a diferença.

5. Autocuidado

Por fim, o autocuidado e se preocupar com a sua própria saúde física e mental faz de você um porto seguro ainda mais qualificado. Cuidar de um amigo depressivo pode ser desgastante, então não se abale e nem deixe de ser uma prioridade.

Ter um tempo para você te fortalece e também é capaz de transmitir força. Além disso, se manter presente o tempo todo não é uma boa escolha, já que pode influenciar a dependência emocional que deixará a situação mais complicada. Logo, tenha em mente que o acompanhamento psicológico não se limita só as pessoas com depressão e demais distúrbios mentais, sua saúde mental também é importante.

Como são as consultas com transmissão ao vivo na pandemia

A pandemia está aí e com ela, foi precisa repensar muitas situações, inclusive as consultas médicas. Antes, elas eram presenciais. Hoje em dia, com o objetivo de preservar médicos e pacientes, foi preciso de adaptar e passar a apostar na telemedicina e na transmissão ao vivo.

O que é a telemedicina?

De forma emergencial, o Senado Federal aprovou um projeto de lei que define a prática da telemedicina. Essa prática, consiste no exercício da medicina com a ajuda de tecnologias que vem para dar assistência, pesquisa, prevenção de doenças e promover a saúde dos pacientes.

Assim como na consulta presencial, a telemedicina oferece uma consulta individualizada apenas entre o paciente e o médico e tudo é feito a distância.

Os médicos definem a telemedicina como uma questão de segurança, pois ela é fundamental para que o profissional atenda pessoa de forma que ele saiba se o paciente apresenta alguma queixa e para avaliar de forma periódica os seus exames.

A tendência é que a telemedicina passe a ocupar um espaço importante nos próximos meses, pois o objetivo é que as pessoas circulem menos.

É fato que como esse ainda pode ser considerado como um serviço novo, o médico não tem como fazer o exame físico e nem como obter a empatia do paciente e, ainda, esse serviço não é coberto por todos os planos de saúde.

Recurso disponibilizado pelo Ministério da Saúde

Em um ano atípico, o Ministério da Saúde também disponibilizou desde abril o recurso chamado de TeleSUS. Por meio dele, as pessoas podem tirar todas as suas dúvidas por aplicativo, chatbot ou telefone.

Mais de 5 milhões de brasileiros já acessaram o recurso. Desse total, 2,4 milhões já puderam perguntas sobre a COVID-19 e, ainda, tiveram a oportunidade de participar de uma consulta com um profissional de saúde sem que fosse preciso sair de casa o que é algo mais do que necessário nos tempos atuais, concorda?

Além dos médicos, profissionais como fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e advogados também passam a apostar nesses recursos, pois é preciso atender os pacientes, mas é necessário se resguardar também.

O que é a transmissão ao vivo das consultas?

Diferentemente da telemedicina, a transmissão ao vivo passou a ser a alternativa encontrada pelos médicos como forma de sanar as dúvidas das pessoas, pois com a necessidade do isolamento social, as pessoas continuam tendo questionamentos, mas tem evitado as consultas, porém os problemas de saúde continuam aparecendo.

Os médicos têm apostado cada vez mais na transmissão ao vivo pelo Youtube, pois elas são abertas e atingem um bom número de pessoas. Aqueles que estão assistindo têm a possibilidade de tirar todas as suas dúvidas e não estão restritas apenas a especialidade do médico que está fazendo a transmissão naquele momento

É comum aparecem perguntas sobre vacinação, hábitos de higiene, isolamento e até as especificidades de certos tratamentos.

Muitos médicos têm dito que esse foi o meio encontrado para ajudar as pessoas, pois o medo é algo inerente ao ser humano ainda mais em um contexto como o atual de tantas incertezas e agora, as dúvidas ficam ainda mais latentes com a chegada da vacina.

Ataque de pânico: o que é, sintomas e tratamento

Ataque de pânico

Hoje em dia vivemos em um mundo muito veloz e repleto de momentos estressantes, e essas situações de desconforto acabam por pressionar certas pessoas em níveis intensos.

O ataque de pânico é parte do cotidiano de algumas pessoas e se trata da aparição de um momento de ansiedade extrema em que o corpo reage com uma grande dejeção de hormônios que o atinge. É comumente apresentado como uma forte sensação de medo e aflição.

Geralmente, os casos de ataques acontecem em meio a momentos estressantes, entretanto podem ocorrer no trabalho, em casa, em meio ao sono e em qualquer outro ambiente frequentado pela rotina.

Muitas pessoas confundem o ataque de pânico com situações de desespero ou indecisão intensa em decisões simples, como a seleção de cores de aparelho, e até mesmo como um dos sintomas da crise de pânico, o que não possui relação. Saiba mais:

Ataque de pânico e síndrome do pânico

O contraste entre essas duas incidências se baseia no fato de que o ataque de pânico se remeter a um evento isolado, e a síndrome do pânico se tratar da ocorrência de ataques em sequência e do medo constante da próxima incidência, sendo necessário restrições a idas a certos lugares, aqueles em que algum ataque ocorreu.

Alguns dos sintomas da síndrome do pânico são: sensação de irrealidade, visão turva, respiração complicada, suor frio, boca seca, pensamentos negativos e medo iminente da morte. Já o do ataque de pânico compreende sintomas como: sensação de engasgo, agitação ou arrepios, falta de ar ou sensação de asfixia, tremores ou espasmos e instabilidade postural, vertigens ou desmaios.

O ataque de pânico e suas consequências

O desinteresse quanto a prática de determinadas atividades é frequente na vida de quem já sofreu e geralmente sofre com ataques de pânico, uma vez que ações que influenciaram o ataque geram receio, assim como ocorre quanto aos ambientes.

Esse ciclo compõe o transtorno do pânico. É frequente que a pessoa escolha parar de dirigir ou se afastar do trabalho e da área profissional escolhida.

Assim sendo, os ataques de pânico fazem com que a pessoa viva uma vida cheia de restrições e a prenda apenas nas situações que comumente a gera conforto. Viagens, por exemplo, são situações evitadas, uma vez que conhecer lugares e pessoas desconhecidas pode trazer certa agitação.

Com isso, há uma dificuldade quanto a socialização, fazendo com que fazer e manter laços e relacionamentos seja ainda mais difícil, além de que seja ainda mais complicado se desenvolver pessoal e profissionalmente.

Fatores propícios e a duração do ataque de pânico

Dados registram que os ataques de pânico atingem jovens a partir dos 15 anos, afetando principalmente adultos de 25 a 40 anos de idade. As crianças também são atingidas, porém são menores os relatos; e em sua maioria estão relacionados a episódios de cobrança e violência, além da influência de medicamentos. Ademais, as mulheres são as que mais sofrem de ataque de pânico.

A crise pode durar apenas uns minutos para algumas pessoas e outras algumas horas. A duração geralmente possui um intervalo de 10 a 30 minutos. Entretanto, mesmo após os sintomas cessarem ainda é possível ter sensações incomodas.

Formas de tratamento

É importante tentar ao máximo controlar a respiração e distrair a mente dos pensamentos negativos que influenciam o ataque de pânico.

Diálogos, músicas, ambientes e a abordagem de técnicas de relaxamento são importantes no momento e como práticas cotidianas. Meditação, yoga, pilates e massagens podem ajudar a tratar e prevenir esses momentos, além de que frequentar ambientes mais arejados, tranquilos e sem muita aglomeração pode ser uma medida de precaução.

É importante que a fonte original do medo seja descoberta, fazendo com que as práticas cotidianas sejam mais eficazes em evitar momentos e ansiedades advindas desse medo.

Para isso, o acompanhamento psicológico é essencial para canalizar e avaliar a origem dos ataques, e se indicado, o uso de medicamentos antidepressivos. Por meio do tratamento devido, a situação será mantida em controle e ele obterá sucesso.

Dependendo da gravidade o tratamento pode ser feito através da junção das duas medidas: Psicoterapia e o uso de medicamentos. A psicoterapia aborda o TCC (terapia cognitivo-comportamental) que envolve a educação do paciente quanto ao seu estado e sobre a sua crise, após detectar a sua real motivação.

A medicação por sua vez só será necessária por meio da receita do profissional e além dos antidepressivos, benzodiazepinas e inibidores de recaptação de serotonina podem ser recomendados.

Entenda tudo sobre cisto nos rins e como tratar

cisto nos rins

Os cistos nos rins são compostos de ar, em sua maioria benignos, que são recorrentes em pessoas de mais 50 anos. Uma vez pequenos, não geram sintomas e não trazem riscos a saúde. Na maioria dos casos, não são nocivos e não necessitam de tratamento, entretanto, em certas pessoas pode ser necessário uma punção ou cirurgia caso o cisto não seja tão grande.

Os cistos podem aparecer em outras regiões do corpo humano, como na mama, no cérebro, no ovário, na sinóvia (fluido sinovial) e até mesmo sob a pele, podendo assumir quase sua totalidade. O diagnóstico médico pelo nefrologista é essencial para que o tratamento correto seja feito quando necessário. Por meio das tecnologias que envolvem a saúde, assim como na odontologia, com o invisalign, os cistos podem ser identificados por diferentes tipos de exames de imagem.

O que são cistos no rim?

funcionalidade dos rins, sendo elas a limpeza do organismo, atuação sob as substâncias residuais, controle da taxa de sal do organismo e a principal, a filtração do sangue, são essenciais para a nossa existência. A importância dos rins para a nossa vida faz com que seja importante conhecer as enfermidades que podem atingi-los, como é o caso dos cistos nocivos.

Os cistos renais surgem por meio do aumento da pressão interior do rim, do gradiente de soluções salinas que regam o néfron ou por meio dos assoreamentos dessa estrutura renal. Outro fator que influencia os cistos renais são doenças genéticas.

Sintomas de cisto nos rins

Na maioria das vezes, os cistos nos rins não apresentam sintomas, mesmo que em um número considerável. A descoberta dos cistos é feita por exames como um raio x ou uma tomografia computadorizada. Entretanto, na incidência do rompimento desses cistos complicações graves podem se desenvolver. Essas complicações podem ser percebidas por certos sintomas, como por exemplo pressão alta, febre, sangue na urina e dores corporais localizadas nos quadris, costelas, estômago, abdômen e costas.

Diagnóstico

Uma vez que os cistos não apresentam sintomas, o diagnóstico é dado através dos exames de imagens abdominais que muitas vezes são indicados por outras suspeitas. Geralmente, as lamentações dos pacientes são genéricas, e na identificação dos cistos, na maioria das vezes ainda não apresentam um tamanho palpável. A ultrassonografia abdominal e renal é o melhor exame para se perceber os cistos, recebendo assim um diagnóstico preciso.

O tratamento e o processo cirúrgico para os cistos nocivos

O tratamento para cistos nos rins depende da condição do cisto, de seus sintomas e sinais particulares apresentados. Os casos comumente são simples e não apresentam sintomas e nem tratamento, uma vez que não trazem danos a saúde. Entretanto, ainda sim devem ser acompanhados por um especialista em seu crescimento.

Os cistos quando grandes podem ser drenados por meio de uma punção ou processo cirúrgico, já os cistos renais complexos malignos necessitam ser tirados por meio de uma cirurgia urgentemente.

A remoção do cisto e a laparoscopia são o tratamento mais indicado para um estado genético nomeado PKD (doença renal polycystic). Quem apresenta PKD possui um número grande de cistos, o que leva a lesões no tecido do rim, prejudicando a suas funções no organismo.

Nesse processo cirúrgico são realizadas três incisões mínimas no abdômen e os materiais são passados pelo rim, removendo os cistos. Na necessidade de remoção, a cirurgia requer uma estadia noturna para a sua execução.

O que saber antes de consultar com o médico?

É importante que para o exame e a identificação mais rápida dos cistos você anote seus sintomas, levando em conta o que se assemelha ao motivo principal de sua visita ao médico. Tenha em mãos suas informações pessoais relevantes, medicamentos em uso, em mente qualquer sensação recente ou mudança de hábito.

É importante se preocupar em levar algum acompanhante para que todas as informações necessárias sejam apresentadas. Em caso de alguma dúvida, anote e leve para a consulta, o tempo é seu inimigo por isso tenha atenção aos detalhes.

Uma dúvida frequente é se o cisto no rim pode virar um câncer, entretanto, isso não é possível. O câncer renal se assemelha com um cisto renal complexo, fazendo com que o diagnostico não seja preciso, porém, exames de imagem como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada podem auxiliar na diferenciação.

O cisto no rim pode atingir até mesmo bebês, sendo uma situação comum se não for em conjunto com demais complicações. Caso haja a incidência de mais de um cisto pode ser sinal de Doença Policística Renal, influenciada por fatores genéticos e que deve receber o acompanhamento devido de um nefrologista. Essa doença pode ser identificada ainda na gravidez através da ultrassonografia.

Como Prevenir Dores no Cotovelo no Trabalho?

Como Prevenir Dores no Cotovelo no Trabalho

Muitas pessoas se queixam de dor ou simplesmente um desconforto no cotovelo por passarem muito tempo diante de um computador.

Por isso que é importante cuidar da postura para prevenir esse e outros tipos de problemas.

Geralmente, as dores no cotovelo e no antebraço são causadas por movimentos repetitivos e pulsos e dedos em posições inadequadas.

É essencial descobrir a causa e tratar o quanto antes, principalmente para evitar que a dor piore.

Nesse artigo, veja o que pode estar causando isso e como proteger seus cotovelos quando estiver trabalhando.

O que é dor no cotovelo?

Existem vários tipos de dor no cotovelo, que podem ser causadas por uma tendinite, um processo inflamatório ou até um traumatismo.

Como os cotovelos são articulações muito solicitadas no dia a dia, as dores são relativamente frequentes.

No caso específico do trabalho, especialmente quando usamos muito o computador, a longo prazo, e se você não mudar algumas coisas, a tendência é só piorar.

Mas, felizmente, pequenas mudanças no seu dia a dia já ajuda bastante.

A seguir, separamos algumas dicas para prevenir dores no cotovelo.

Dicas para prevenir dores no cotovelo

A grande questão da dor no cotovelo enquanto trabalhamos é que, dependendo da intensidade, pode acabar limitando os movimentos, além é claro do próprio desconforto da dor.

Veja algumas coisas para você estar atento:

1.Observe o tipo de dor

Você sente dor ao tocar no cotovelo? É uma dor nos dois cotovelos ou apenas em um? Qual é a intensidade?

Agora, se as dores persistirem mesmo quando você não está trabalhando, é aconselhável que consulte um médico especialista em cotovelo para investigar mais a fundo o que pode estar acontecendo.

Preste atenção na posição e movimentos das mãos enquanto você está trabalhando.

Tenha em mente que, seu punho deve estar alinhado com seu antebraço, caso contrário, uma tensão se exerce sobre os tendões.

  1. Adapte a sua mesa de trabalho

Se você perceber que seus dedos se elevam quando você está digitando, o ideal é ter um apoio para a mão.

Isso faz com que seus dedos fiquem no mesmo nível do teclado, o que permite que os punhos permaneçam relaxados.

Agora, caso a sua dor esteja localizada no braço que controla o mouse, é melhor uma área maior para movê-lo.

Por exemplo, uma área muito pequena faz com que você faça movimentos repetitivos menores do punho ao invés de um movimento maior do braço, o que acaba afetando seu cotovelo.

3.Modifique sua maneira de trabalhar

Se por um acaso você usa muito o mouse, tente utilizar os comandos do teclado para descansar um pouco.

A boa notícia é que hoje existem acessórios que ajudam a evitar dores no cotovelo.

Vale a pena também fazer pequenas pausas durante o dia, para que relaxe não apenas seus braços e mãos, mas todo o corpo.

Atualmente, a maioria das empresas está preocupada em proporcionar um ambiente de trabalho que preserve a saúde de seus funcionários.

Estão investindo em móveis apropriados justamente para evitar dores nos ombros, coluna, pernas e cotovelos.

E está mais provado que um ambiente adequado, não apenas melhora a qualidade de vida dos trabalhadores, mas também a sua produtividade e a menor chance de se ausentarem do trabalho por conta de dores.

Um dos problemas mais comuns decorrentes de movimentos repetitivos é a tendinite. Entenda a seguir um pouco mais.

O que é tendinite do cotovelo?

Então, a dor mais frequente associada ao cotovelo é decorrente de uma tendinite.

É uma inflamação dos tendões da parte externa do cotovelo, ao nível do úmero, também conhecida como cotovelo de tenista.

Geralmente ocorre em razão de movimentos repetitivos, como trabalhos manuais e uso do computador.

Vale lembrar que, junto com a dor, pode aparecer inchaços, sensação de calor, vermelhidão no local e uma maior sensibilidade.

É importante observar para ver se a dor não vai piorar e procurar investigar o quanto antes.

Como já foi dito, o mais indicado nesses casos é consultar um médico especialista em cotovelo, pois é capaz de identificar a causa da dor, indicar o tratamento além de te orientar quanto a medidas preventivas.