Tamanho do nariz indica o comprimento do pênis, diz estudo

Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto, no Japão, revelou que há uma relação entre o tamanho do nariz e o comprimento peniano flácido.

O estudo, feito entre abril de 2015 e março de 2019, contou com a análise de 126 corpos disponibilizados pelo instituto forense da universidade. Todos os corpos masculinos tinham entre 30 e 50 anos, e o tempo de morte era de até 3 dias.

Durante a autópsia, foram tiradas medidas como peso, altura, circunferência peniana, comprimento peniano flácido, pesos testiculares direito e esquerdo, peso da próstata e tamanho do nariz.

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O tamanho do nariz foi medido pela distância entre o ponto médio dos dois olhos e a parte externa das asas do órgão – não à ponta dele. O resultado revelou que essa medida está relacionada com o comprimento peniano flácido e ereto, mas não há relação com a circunferência do pênis.

Foto: Reprodução/Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto
Foto: Reprodução/Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto

A conclusão feita pelos cientistas foi que narizes que apresentaram um tamanho maior estão relacionados a um pênis mais comprido.

Segundo os pesquisadores, o fato de o tamanho do nariz estar relacionado ao tamanho ereto do órgão sexual indica que o comprimento do pênis não pode ser determinado pela idade, altura ou peso corporal, e sim por fatores genéticos existentes antes do nascimento.

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“Compreender o processo de crescimento do pênis ou das características faciais pode ser muito importante para extrapolar os níveis de androgênio fetal e acompanhar as funções genitais masculinas”, declararam os autores do estudo.

Tamanho do pênis

O tamanho do pênis ainda é um tabu relacionado ao comportamento masculino. Esta questão, entretanto, não deveria ser um problema, pois o tamanho normal do pênis ereto é entre 10 e 16 cm, de acordo com o urologista Marcos Dall’Oglio.

Um órgão genital só é considerado “micropênis” quando tem menos de 4 cm flácido, e tamanho inferior a 7 centímetros quando ereto – o que é bastante raro.

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“E o tamanho não é importante para a performance sexual. Ele também não está relacionado com a virilidade do homem”, lembra Dall’Oglio.

Segundo o urologista Valter Javaroni, o comprimento peniano depende da influência genética do indivíduo, entre outras características físicas.

De acordo com ele, a maior parte do desenvolvimento do pênis ocorre durante a puberdade, período em que também ocorre o aumento do tamanho dos testículos e a consequente elevação dos níveis do hormônio masculino, a testosterona.

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Fatores que podem interferir no tamanho do pênis, além da genética, são doenças endocrinológicas, falta de nutrientes, estresse severo e outras condições que interfiram na elevação de testosterona.

Mais sobre tamanho do pênis

Fonte minhavida.com.br

Diarreia no final da gestação é normal? Veja o que fazer

O final da gestação é um período carregado de alterações físicas, hormonais e emocionais que acarretam sintomas diversos no corpo da gestante. Entre eles, a diarreia. Como durante a gravidez é mais comum ficar com o intestino preso, o surgimento da diarreia acaba intrigando as mamães.

Afinal, é normal ter diarreia no final da gestação? Para esclarecer essa situação, conversamos com Paula Izquerdo, ginecologista e obstetra do ClubSaúde, que explicou se é comum ter esse sintoma, quais são as possíveis causas e como se prevenir.

É normal ter diarreia no final da gestação?

A resposta é positiva: sim, é normal ter diarreia no final da gestação – e são inúmeros os motivos que podem levar ao quadro. Os mais comuns são alterações hormonais e fatores emocionais, como, por exemplo, o estresse relacionado à proximidade do parto. Além disso, intolerâncias alimentares, viroses, intoxicação alimentar e uso de antibiótico e antiácido também podem causar diarreia no final da gestação.

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Esse sintoma não é um sinal clássico de trabalho de parto, mas pode ter ligação. “Contrações uterinas podem desencadear diarreia. Por este motivo a gestante deve ficar atenta se a diarreia vier acompanhada de contrações uterinas”, alerta a ginecologista.

Como se prevenir?

Em alguns casos, é possível se prevenir de ter diarreia no final da gestação mantendo uma alimentação saudável e equilibrada e seguir com rigor medidas de higiene básica. Mas, se mesmo assim a diarreia surgir, Izquerdo indica alguns hábitos que podem ajudar a diminuir o sintoma, como:

  • Aumentar a hidratação
  • Evitar alimentos gordurosos e doces
  • Consumir alimentos obstipantes, como goiaba, maçã e alimentos cozidos.

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Brownie de cacau

O brownie é sempre uma boa opção para qualquer momento do dia, especialmente após as refeições. Ao contrário do que pode parecer, a receita do brownie pode ser bastante diversificada e até mesmo nutritiva.

Aprenda a fazer o brownie de cacau, que além de conter menos açúcar e gordura que a receita tradicional, ainda leva batata doce, fonte rica em fibras e que ajuda na manutenção do trato intestinal e no controle do colesterol.

Além disso, o cacau por si só é rico em flavonóides e antioxidantes, repleto de benefícios à saúde.

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Quem compartilha a receita é a nutricionista Carol Faria.

Ingredientes

  • 2 xícaras de chá de batata-doce cozida e amassada
  • 2 ovos
  • Meia xícara de chá de açúcar demerara
  • ½ xícara de chá de aveia em flocos grossos
  • Meia xícara de chá de cacau em pó 100%
  • 4 colheres de sopa de óleo de coco
  • Meia colher de chá de essência de baunilha
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • ½ xícara de chá de nozes picadas (a gosto)

Modo de preparo

Reserve um recipiente e misture todos os ingredientes deixando por último apenas o bicarbonato de sódio. Depois, despeje a massa em uma forma quadrada (de preferência), untada com óleo de coco e polvilhada com cacau.

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Leve ao forno médio-alto a 200ºC, preaquecido. Deixe a massa assando por cerca de 30 minutos ou até que, ao colocar um palito, este saia limpo.

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Bruno Covas, prefeito de São Paulo, descobre novo câncer

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi diagnosticado com um novo câncer na última quarta-feira (17). Segundo boletim médico do hospital Sírio-Libanês foi descoberto um tumor no fígado em Covas.

O câncer no fígado em Bruno Covas foi encontrado durante exames de rotina no prefeito, que já trata de um tumor no trato digestivo. Desde 2019, Bruno realiza imunoterapia para tratar um adenocarcinoma, localizado em uma área de transição entre o esôfago e o estômago.

Segundo o boletim médico, a imunoterapia será interrompida e um novo protocolo de quimioterapia convencional terá início.

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Câncer no fígado

O câncer de fígado pode ser de dois tipos: primário (que se origina no órgão) ou metastático (que tem origem em outro local do corpo e acaba atingindo o fígado).

De acordo com Instituto Nacional de Câncer (Inca), entre as causas específicas do tumor no fígado, destacam-se:

  • cirrose hepática
  • tabagismo
  • esquistossomose
  • exposição a arsênio, cloreto de vinila, solventes, fumos de solda e bifenil policlorado
  • exposição a agrotóxicos com cloreto de vinil, arsenicais inorgânicos e o solução de dióxido de tório
  • inflamações das vias biliares

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O Manual MSD ainda considera que as metástases hepáticas são originadas de câncer de pulmão, câncer de mama, câncer no intestino grosso, câncer no pâncreas, câncer no estômago, leucemia e linfoma (especialmente o linfoma de Hodgkin).

Os sintomas do câncer no fígado costumam ser: dor abdominal, massa abdominal, distensão abdominal, perda de peso inexplicada, perda de apetite, mal-estar, icterícia (tonalidade amarelada na pele e olhos) e ascite (acúmulo de líquido no abdômen).

O diagnóstico é feito com o auxílio de laparoscopia e também exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética.

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Geralmente, o tratamento para o câncer no fígado pode envolver cirurgia de remoção do tumor, além de quimioterapia, radioterapia, entre outros métodos complementares de tratamento.

Câncer de fígado

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Sesta: benefícios, tempo ideal e diferenças do sono noturno

O que é a sesta?

Tirar um cochilo após o almoço é uma tradição de origem mediterrânea também conhecida como sesta (ou siesta). Apesar de estar muito relacionada à Espanha, a raiz da sesta está no antigo Império Romano, época em que a população dividia o dia em 12 horas, de acordo com a luz do sol.

Nessa lógica, a metade do dia, ou a “sexta hora”, era dedicada pelos romanos para um descanso das obrigações. A tradição chegou na Espanha a partir do século 11, quando se tornou regra na ordem São Bento que os monges dormissem entre as duas e três horas da tarde. O costume se difundiu pelo restante da população e perdura até os dias atuais.

Claro que, com o ritmo e os afazeres do século 21, a sesta na Espanha e em todo o mundo acabou se adaptando ao cotidiano da população moderna, tornando o cochilo mais curto e esporádico durante a semana.

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Quais são os benefícios da sesta?

Ainda não há consenso de que o cochilo pós-almoço é um sono que faz bem a todas as pessoas. “A sesta é algo controverso e não são todos que se beneficiam. Dando um depoimento pessoal: todo mundo da minha família adora fazer isso, mas eu nunca tive o hábito de dormir à tarde. Não gosto! Só se eu realmente dormi mal à noite”, diz Rosana Cardoso, neurologista e especialista do sono do Fleury Medicina e Saúde.

Porém, para quem gosta da sesta, é possível aproveitar os seguintes benefícios:

  • sensação de bem-estar
  • melhora na cognição
  • sensação de alerta ao corpo
  • melhora na memória
  • aumento da concentração
  • diminuição dos riscos de infarto

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Sesta e sono noturno: são iguais?

Não, o sono da noite e um cochilo durante o dia não são iguais. Por mais que um soninho durante o dia possa criar sensações de relaxamento e vigor, os efeitos dos dois tipos de sono no corpo são bem diferentes.

“O cochilo durante o dia não produz melatonina, não tem o ciclo hormonal que ocorre no sono noturno e não atinge o sono REM – para atingi-lo é preciso mais de 30 minutos de sono e no cochilo há um ciclo mais curto, atingindo as fases 1, 2 e 3, com poucas ondas lentas”, diz Rosana.

Existe tempo máximo para uma sesta?

De acordo com Rosana, o ideal é que o cochilo pós-almoço seja rápido. “De 15 a 30 minutos, em geral, não tem problema. O problema é se a pessoa tirar um cochilo prolongado, de uma hora, por exemplo. Isso pode atrapalhar o sono noturno”, diz a médica.

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Os cochilos durante o dia, por sinal, podem ser um indicativo comportamental de algum distúrbio do sono. “É uma coisa que verificamos em pacientes com queixa de insônia: se tira cochilos em horários inadequados. Há horários do dia que são as zonas proibidas do sono. São horários que não devemos dormir porque com certeza vão atrapalhar o ritmo e o sono noturno. São mais no final da manhã e final da tarde”, explica Rosana.

Como fazer uma sesta da melhor forma?

Para quem gosta de fazer a sesta, o ideal é ter uma rotina de sono: dormir sempre nos mesmo horários e durante o mesmo espaço de tempo. “Quanto mais rotina, melhor. O organismo agradece.”

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Chá gelado diurético com hibisco e gengibre

O chá gelado diurético possui propriedades funcionais e ajuda a emagrecer, reduzindo o inchaço nos pés e tornozelos. A receita é feita com hibisco e gengibre, que auxiliam na perda de peso, têm poder antioxidante e ação diurética. Além disso, a bebida é uma ótima opção para refrescar no verão.

A seguir, veja o passo a passo da receita compartilhada pela nutricionista Daniela Heberle:

Ingredientes

  • 2 botões secos de hibisco
  • 1 colher de chá de gengibre
  • 200 ml de água
  • Gelo a gosto.

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Modo de preparo

Esquente a água até levantar fervura. Em uma xícara, adicione os botões de hibisco, o gengibre e a água. Tampe a xícara e aguarde 10 minutos para finalizar a difusão. Em seguida, coloque o chá em um copo e beba com gelo.

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Pão de mel fit

O pão de mel fit é uma sobremesa saudável, perfeita para quem deseja comer doce sem sair da dieta. O mel é bom para o intestino e para a pele, melhora o sono e possui ação antioxidante. A receita ainda leva cacau, que previne o envelhecimento precoce e regulariza a flora intestinal, além de chocolate amargo, que ajuda a controlar o colesterol e proteger a pele.

Quem ensina a receita é a nutricionista Carol Faria. Veja o passo a passo:

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de cacau em pó
  • 3 colheres de sopa de leite de arroz em pó
  • 2 colheres de sopa de mel
  • 1 ovo
  • 3 colheres de sopa de água
  • 3 colheres sopa de farelo de aveia
  • 1 colher de chá de fermento
  • Canela em pó a gosto
  • Chocolate amargo derretido a gosto.

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Modo de preparo

Em uma vasilha grande, misture o cacau e o leite de arroz em pó, o mel, o fermento, o farelo de aveia, a canela, o ovo e a água. Em seguida, unte forminhas redondas com óleo de coco e despeje a massa nelas. Leve ao forno médio para assar por 15 minutos. Espere esfriar, desenforme e jogue o chocolate derretido por cima. Aguarde secar e pronto, é só consumir.

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Tratamento do alcoolismo: conheça as opções terapêuticas

Após o reconhecimento dos sinais da dependência do álcool e do diagnóstico feito por profissionais da saúde uma nova jornada começa: identificar o tratamento mais adequado. Este é um passo importante e uma avaliação multidisciplinar detalhada levará em conta as características pessoais, se há ou não presença de problemas emocionais, físicos ou interpessoais decorrentes do uso da bebida e a quantidade de álcool ingerida.

Diante dessa complexidade, vale ressaltar que nenhum tratamento é apropriado para todos os indivíduos; ou seja, não existe “o melhor” tratamento para o alcoolismo, pois o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Além disso, outro ponto importante é que o plano de tratamento precisa ser avaliado continuamente e readequado se necessário.

Principais abordagens para o tratamento do alcoolismo:

Tratamento farmacológico

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A prescrição de medicamentos pode ajudar a pessoa a diminuir a vontade de beber e reduzir os efeitos percebidos como “agradáveis” da bebida, assim como interferir na ação do álcool no cérebro. Também há remédios aversivos que, quando ingeridos, fazem com que pequenas doses de álcool provoquem efeitos extremamente desconfortáveis. Fundamental deixar explícitos dois alertas: o uso de medicamentos deve ser feito somente com orientação médica; não existem remédios milagrosos que curam o alcoolismo, isso é fake news!

Tratamento psicoterápico

As sessões de psicoterapia (principalmente com abordagens comportamentais) podem contribuir para o entendimento da motivação e dos gatilhos do uso de álcool e oferecer estratégias para que a pessoa consiga lidar com situações de alto risco ou forte desejo de consumir a substância, além de maneiras de evitar e prevenir recaídas.

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Grupos de ajuda mútua

Grupos como os Alcoólicos Anônimos são um interessante recurso de apoio, sobretudo mais relevante para indivíduos que têm algum tipo de crença espiritual e aqueles que não podem arcar com os custos de um tratamento médico. Atualmente, os encontros podem ser feitos, inclusive, de forma virtual.

Atividade física

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A prática regular de atividade física também é um recurso importante, uma vez que as endorfinas, hormônios produzidos pelo próprio corpo durante o exercício, trazem sensação de bem-estar. Além disso, a prática esportiva permite o contato com pessoas de interesses similares e pode ajudar também na prevenção de recaídas.

Terapia familiar

Além do apoio terapêutico direcionado aos pacientes, recomenda-se um acompanhamento específico e dirigido aos familiares. É importante que eles compreendam a doença e seus desdobramentos e, posteriormente, recebam orientação adequada sobre a melhor forma de ajudar.

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Lembre-se: cada pessoa é única e a avaliação multidisciplinar contínua indicará o apoio mais adequado. Não estranhe se a recomendação envolver diferentes abordagens. Aliás, isso é bem visto, pois permite lidar com as várias frentes de apoio. Por outro lado, em casos extremos, pode ser indicada ou solicitada a internação.

O tratamento eficaz é aquele que consegue auxiliar o paciente a retomar o funcionamento produtivo na família, no trabalho e na sociedade. É um período desafiador, mas a boa notícia é que um em cada três pacientes não apresenta sintomas após um ano de tratamento*.

Fontes

* NIAAA, 2014. Treatment for Alcohol Problems: Finding and Getting Help

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Arthur Guerra – psiquiatra e Presidente Executivo do CISA ? Centro de Informações sobre Saúde e Álcool

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Desvendando a margarina: você sabe do que ela é feita?

Presente no dia a dia da maior parte dos brasileiros, muitas pessoas desfrutam do sabor e da indiscutível cremosidade das margarinas. E você sabe quais são os ingredientes usados para produzir esse alimento com textura tão cremosa e gostinho de café da manhã?

Não tem nenhum grande segredo em sua composição: ela é um alimento de origem vegetal, feita a partir de uma combinação de óleos vegetais, os mesmos usados para cozinhar em casa tais como óleos de soja, girassol, além dos óleos de palma e palmiste (extraídos de um tipo de Palmeira), combinados com sal, água e, em alguns casos, um pouco de leite. Ou seja, ingredientes velhos conhecidos e presentes na mesa da maioria dos brasileiros.

Além dos ingredientes acima, podem ser adicionados outros componentes em pequenas quantidades para garantir a conservação, a cor ou o sabor. Como exemplo estão o corante betacaroteno (encontrado em alimentos como a cenoura), o ácido cítrico (encontrado nas frutas cítricas) e lecitina (encontrado em óleos vegetais).

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A mistura desses ingredientes é batida para que ganhe textura (técnica conhecida como emulsificação) e posteriormente resfriada por um tempo para que fique mais sólida (processo chamado cristalização), promovendo assim uma das maiores qualidades da margarina: a consistência cremosa dentro e fora da geladeira, fazendo com que seja muito mais fácil de espalhar. Por causa dos óleos vegetais, as margarinas possuem naturalmente ômega-3 e ômega-6, gorduras que são essenciais na alimentação.

É importante esclarecer que faz muitos anos que a maioria das margarinas do mercado não contém gordura trans, essa sim comprovadamente prejudicial à saúde. E isso aconteceu graças às novas tecnologias, que permitiram a retirada do processo de hidrogenação parcial causador da gordura trans. Por isso, é importante buscar sempre uma marca de qualidade e referência no mercado, a fim de garantir que tenha alta qualidade e não contenha gordura trans.

Portanto, como uma fonte de gorduras proveniente de óleos vegetais, a margarina pode fazer parte da alimentação, desde que consumida com moderação e dentro de uma dieta equilibrada.

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Como usar?

Tão versátil, a margarina tradicionalmente é usada para dar aquele gostinho especial no milho verde, bolos, pipoca e claro, no pãozinho de cada dia. Mas também é uma velha conhecida de boleiros e confeiteiros para o preparo de bolos, broas, cremes entre outros porque além de dar maciez à massa, ela também é útil na hora de untar a forma para que o bolo não grude.

No caso de receitas salgadas, a margarina pode ser usada em molhos brancos, purês, salgados e para dar cremosidade em preparações, como um ovo mexido, por exemplo. Além disso, vai super bem em refogados para dar sabor durante o cozimento de legumes.

Para todos os gostos, é só deixar a criatividade fluir.

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3 instituições que atuam no suporte a crianças com câncer

No dia 15 de fevereiro é comemorado o Dia Internacional de Combate ao Câncer Infantil. A data tem como objetivo aumentar e incentivar a conscientização e educação sobre a doença, além de influenciar políticas públicas e a própria sociedade civil.

Segundo a Agência Internacional de Pesquisa de Câncer, estima-se que, no mundo, 215 mil novos casos de câncer são diagnosticados em crianças menores de 15 anos e cerca de 85 mil em adolescentes entre 15 e 18 anos todos os anos.

Em comemoração e apoio à causa, o Minha Vida reuniu algumas iniciativas inspiradoras que melhoram a qualidade de vida de crianças com câncer:

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Associação Helena Piccardi de Andrade Silva (AHPAS) – São Paulo, SP

A AHPAS foi fundada em 1999 com o intuito de garantir o acesso ao tratamento oncológico para crianças e adolescentes com câncer por meio do serviço de transporte e apoio sociofamiliar gratuitos, prezando pela integralidade do tratamento do câncer infantojuvenil e, consequentemente, melhorando a qualidade de vida dos jovens em tratamento. O nome da instituição é uma homenagem à Helena Piccardi de Andrade Silva, filha de Tatiana Piccardi e Luiz Maurício de Andrade da Silva, cofundadores da associação.

Segundo Celso Rodrigues, presidente da AHPAS, a instituição atua em três diferentes frentes de trabalho, atendendo 75 crianças atualmente. O transporte gratuito e especializado da associação consiste no deslocamento diário dentro da cidade em que a criança reside e realiza o tratamento oncológico, possibilitando o traslado entre a residência e o local de tratamento.

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Os jovens em atendimento são acompanhados por um cuidador, em geral a mãe. O transporte é diário, realizado através da frota própria da associação, com veículos confortáveis, identificados e personalizados, conduzidos por motoristas com treinamento humanizado. Atualmente, a abrangência territorial da instituição compreende o município de São Paulo.

A AHPAS também conta com transporte aéreo. Mediante a frequência de casos nos quais as famílias em situação de vulnerabilidade social e estado grave do câncer, de outros estados brasileiros, que realizam o tratamento oncológico na cidade São Paulo, a associação também oferece o deslocamento aéreo e gratuito das cidades de origem até o hospital de tratamento. São casos pontuais, acompanhados pelas solicitações dos hospitais parceiros e a mobilidade é realizada em parceria com empresas de aviação por meio de campanhas de milhagens.

Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo – Belém, PA

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O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, na cidade de Belém, é o maior do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil em volume de leitos para o atendimento voltado exclusivamente ao diagnóstico e tratamento especializados do câncer infantojuvenil. Uma das marcas do hospital desde a sua inauguração é a oferta de um atendimento diferenciado, pautado nos princípios da Política Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar.

Referência na região Norte do Brasil, o hospital atende crianças e adolescentes de municípios do Pará e Amapá atualmente. Segundo Josiéli da Silva, diretora assistencial do hospital, a instituição desenvolve alguns projetos voltados ao bem-estar das crianças em tratamento. Um exemplo disso é o Heróis da Segurança, criado pelo Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) da unidade. O projeto leva a educação sobre saúde para as crianças, estimulando a participação no tratamento e autocuidado a partir do aprendizado sobre protocolos de segurança do paciente. As aulas são ministradas para as crianças integrantes do Programa Classe Hospitalar e o conteúdo é elaborado pelo NQSP.

Outro projeto desenvolvido pelo hospital é o Programa Classe Hospitalar. Por meio de parceria com a Secretaria de Educação do Estado do Pará (SEDUC), o hospital oferece uma sala de aula para os pacientes em tratamento. Os participantes são matriculados em uma escola de ensino regular e assistem às aulas dentro do Hospital.

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A instituição ainda conta com o Programa de Voluntariado, implantado em 2017. A iniciativa recebe apoio de 52 voluntários cadastrados que desenvolvem ações de animação como presença de palhaços, contação de histórias, interação musical, oficinas de artesanato, dentre outras. Além dos próprios colaboradores, as atividades contam com o apoio de voluntários externos, que são capacitados e se comprometem a realizar uma agenda fixa na unidade hospitalar, garantindo diversão, entretenimento e alegria às crianças e aos jovens.

Por fim, o Sino da Vitória é o projeto representado por um sino instalado na recepção do hospital para ser tocado pelos pacientes que concluírem o tratamento e vencerem a doença. Além do sino fixado na recepção, o projeto conta também com um sino móvel para que os usuários possam tocá-lo pelos corredores do hospital, compartilhando a vitória com outros colaboradores e crianças internadas.

Hospital Pequeno Príncipe – Curitiba, PR

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O Serviço de Oncologia e Hematologia do Hospital Pequeno Príncipe é o maior do estado do Paraná e um dos mais importantes do Brasil no atendimento de crianças e adolescentes há mais de 50 anos. Anualmente, cerca de 100 novos pacientes são atendidos na instituição, que oferece tratamento completo e multidisciplinar. Um dos diferenciais do hospital é concentrar em um único local 32 especialidades na área da pediatria, não precisando que os pacientes se desloquem para exames, procedimentos, terapias e outros acompanhamentos do tratamento.

Apesar de estruturado em 1968, desde 1962 a instituição já realizava atendimentos hematológicos. Com a formalização da área, tornou-se um importante centro para o tratamento de tumores sólidos e doenças hematológicas para meninos e meninas do Paraná e de outros estados. Cerca de 80% dos atendimentos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A maior concentração está na faixa etária entre zero e nove anos. Aproximadamente 35% dos pacientes em tratamento são de Curitiba e grande parte deles é de outros municípios brasileiros.

O principal intuito do Hospital Pequeno Príncipe é humanizar, valorizar, aproximar, respeitar e envolver as pessoas, viabilizando uma rede de diálogos, aprendizados e transformações coletivas. No hospital, esse atendimento individualizado, com atenção, empatia, compaixão e acolhimento integral ao paciente, familiar e colaborador é prioridade desde o início do tratamento.

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Um dos exemplos de iniciativas da instituição é o Família Participante. Reconhecido nacionalmente e modelo para várias outras instituições, o programa garante que os pacientes internados pudessem permanecer com um acompanhante ao seu lado durante todo o período de hospitalização, o que diminui o tempo médio de internamento em 50%.

No Hospital Pequeno Príncipe, atividades de educação e cultura estão presentes nos quartos, corredores, sala de espera, brinquedotecas e unidades de internação. Dessa forma, tanto crianças e adolescentes que chegam para uma consulta quanto os que permanecem na instituição por mais tempo podem participar de atividades que proporcionam aprendizado e desenvolvimento. Essa é uma das iniciativas de humanização do hospital, que busca garantir os direitos à educação, cultura e lazer, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Esse trabalho iniciou-se na década de 1980, com o acompanhamento escolar para que as crianças internadas não ficassem alheias ao conteúdo que continuava sendo oferecido na escola. As ações foram sendo ampliadas até que nos anos 2000 formalizou-se o Setor de Educação e Cultura da instituição, que além do trabalho de escolarização, explora um amplo repertório cultural, proporcionando aos pacientes e seus familiares o contato com as mais variadas linguagens artísticas. Oficinas de música, foto, cinema, jardinagem, artes plásticas, apresentações de teatro, música e coral são realizadas diariamente.

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