Pulso aberto: o que pode ser, sintomas e como tratar

pulso aberto

O pulso aberto é uma situação pela qual muitas pessoas já passaram e que é utilizada para definir uma dor no pulso.

Geralmente ela acontece após algum esforço exagerado da articulação. Sendo assim, confira mais sobre essa situação aqui:

O que é pulso aberto?

Apesar do nome, o pulso aberto não se trata literalmente do pulso aberto. Esse é o nome dado a condição onde os ligamentos do pulso estão lesionados.

Essas lesões podem estar ligadas a LER (Lesão por Esforço Repetitivo), traumas ou levantamento de peso excessivo.

A Lesão por Esforço Repetitivo é mais comum em profissionais que trabalham exercendo os mesmos movimentos com as mãos, como trabalho em escritório e professores.

Os traumas responsáveis por abrir o pulso são aqueles onde a pessoa cai se apoiando com as mãos ou durante algum esporte recebe algum impacto nesta região.

Isso acaba gerando um impacto muito forte na região do pulso que ele não suporta, o que resulta em lesões no pulso.

A dor no pulso também pode ser resultado da síndrome do canal cárpico, ou túnel do carpo. Esse é um problema do nervo ao passar em uma área do punho chamada de carpo.

A dor gerada por ela acontece por conta da compressão desse nervo quando passa pela região do pulso.

O problema no canal cárpico é mais comum de acontecer em mulheres de 30 a 60 anos. Ele também pode acometer os dois pulsos ao mesmo tempo.

A pessoa também pode ser propícia a abrir os pulsos de acordo com sua genética. Sua dieta também pode afetar, visto que o déficit de algumas vitaminas contribui para isso.

Como saber se o pulso está aberto?

O pulso aberto não é um conceito médico em si, portanto não se trata de uma doença. Sendo assim, ele é uma situação onde os ligamentos do pulso sofreram danos.

Portanto, é possível saber se o pulso está aberto a partir dos sintomas, que são:

  • Dor constante na região do pulso;
  • Intensificação da dor ao realizar esforços nesta região;
  • Sensibilidade a ações externas;
  • Inchaço no punho;
  • Perda da flexibilidade do pulso e dos dedos da mão;
  • Perda da capacidade de exercer força com o punho.

Além disso, caso sinta um ou mais desses sintomas é recomendado procurar atendimento médico, visto que a partir da consulta é possível realizá-lo e identificar se há algum deslocamento.

Isso se faz necessário porque por menor que seja o deslocamento ósseo no pulso, ele consegue gerar bastante incômodo.

Além disso, é bom evitar qualquer tipo de movimento exagerado após começar a sentir dor no pulso.

Isso é necessário pois caso o paciente tenha fratura ou deslocado o pulso, movimentos extremos podem acabar piorando a situação.

Leia também: como prevenir dores no cotovelo no trabalho?

pulso aberto fotos

Como prevenir o punho aberto?

A prevenção do pulso aberto varia de acordo com suas causas. Portanto, para evitar problemas causados por esforço excessivo, deve-se evitar pegar peso acima do limite.

Já para evitá-la quando causada por traumas deve-se ter mais cuidado ao andar e correr a fim de diminuir o risco de tombos e ao praticar esportes para evitar impactos nesta região.

Quando sua causa é a LER, o ideal é fazer pequenos intervalos durante as atividades para dar ao pulso um tempo de descanso;

Além disso, é importante manter a postura ideal durante a realização desses trabalhos para evitar problemas na coluna também.

No caso da Lesão por Esforço Repetitivo também é recomendado interromper a atividade ao sentir alguma dor ou incômodo.

Se houver algum caso recorrente de pulso aberto na família, deve-se consultar regularmente com um médico especializado regularmente para que ele realize o acompanhamento.

Desse modo é possível contornar a predisposição e evitar abrir o pulso. Além de também poder levar uma vida normal.

pulso aberto o que fazer

O meu pulso está aberto o que fazer?

Quando o pulso está aberto não há mais como impedir que ele aconteça, portanto a primeira coisa a se fazer é interromper qualquer tipo de atividade com o pulso a fim de evitar o agravamento.

O ideal é procurar atendimento médico para que ele possa realizar um exame de raio x ou tomografia e verificar se há alguma trinca ou fratura no pulso.

Caso haja, ele encaminhará o paciente para o devido tratamento. Se o problema for apenas o pulso aberto, provavelmente ele recomendará repouso e uso de uma tala ou munhequeira.

Se a causa da dor no punho for Lesão por Esforço Repetitivo, o médico provavelmente indicará uma licença por algum tempo para que o pulso possa descansar.

Caso mesmo após o período de licença os sintomas continuem, é possível que a pessoa tenha que se aposentar devido a impossibilidade de permanecer exercendo aquela função.

Pulso aberto tratamento caseiro

Caso não seja possível ir a um médico, o ideal é aplicar uma bolsa de gelo para reduzir o inchaço, utilizar uma munhequeira para ajudar com a dor e evitar esforços na região.

Também pode-se tomar um analgésico para reduzir a dor, porém deve-se procurar um médico caso os sintomas persistam.

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Leia também: o que é acupuntura?

Acesso a saúde um tema que deve ser de todos

Acesso a saúde

De fato, hoje em dia os avanços da ciência no desenvolvimento tem sido muito grande para a descoberta de doenças complexas, abriram uma perspectiva muito importante para pacientes e médicos que, além das opções de tratamento, passaram a ter uma melhor qualidade de vida. Porém, para inovar no cotidiano da sociedade, existe um elemento básico: o acesso a um sistema de saúde de qualidade.

Mesmo com o avanço, existe um caminho a percorrer, que vai requerer a participação de todos de: indústria, governo, médicos, associações de pacientes, agências reguladoras, etc. O estudo da carga global de doenças sobre a qualidade e acessibilidade da saúde, realizado em 195 países de 1990 a 2015, mostra isso. De acordo com o estudo, o Brasil avançou nos últimos anos, mas ainda existem desigualdades que precisam ser resolvidas.

O acesso à informação em saúde

Pesquisas mostram que a alfabetização dentro da área da saúde é o grau em que um indivíduo pode obter, processar e até compreender as devidas informações básicas de saúde e assim tomar as devidas decisões apropriadas que estarão relacionadas com os serviços de saúde.

A Universidade de São Paulo (USP) “Acesso à Informação em Saúde e Atenção Integral: Visão dos Usuários do Serviço Público” explica que todos nós temos o direito básico de acesso à informação em saúde. De acordo com o Art. 5º, Inciso XIV da CRFV / 88, quando o exercício profissional exigir, todos têm o direito de obter informações e resguardar o sigilo das fontes de informação.

Quando tratamos todas as pessoas com excelente informação, enfatizamos o direito básico ao acesso à informação em saúde. Ou seja, os usuários dos serviços públicos de saúde devem ser informados sobre seus direitos em todos os aspectos de sua saúde, e o serviço garante que as informações são obtidas por meio de direitos.

No entanto, as informações só podem ser chamadas de inteligíveis. Em outras palavras, se houver consenso sobre o seu significado. Como todos podem ter um histórico para explicar o que está sendo transmitido, algumas pessoas podem entender, enquanto outras não.

No setor de saúde, isso é ainda mais importante porque a indústria geralmente coleta informações médicas complexas. Portanto, é indicado sempre garantir que todos recebam as devidas informações claras e compreensíveis sobre o assunto. Através de Cursos Online da área da saúde você pode compreender mais sobre o assunto.

Tornar a realidade do acesso à saúde

A observação personalizada da realidade brasileira é o motor de medidas eficazes de promoção da saúde, pois estamos em um país de dimensão continental. Vale a pena visitar iniciativas internacionais interessantes para resolver alguns problemas de saúde complexos.

Em geral, o foco dessas iniciativas é a gestão de recursos adequados às necessidades da população e do local onde vive. Principalmente exemplos de serviços privados, como o modelo gratuito nos Estados Unidos, ou os serviços privados no modelo europeu são financiados pelo governo, há até (grandes fundos públicos) saúde da Espanha e da Finlândia. Além do fundo de reserva médica básica tradicional, a Itália também implementou outro projeto voltado para a integração de novas tecnologias – ao contrário do Brasil, que tem um fundo de reserva único para financiar a saúde – de sistemas básicos a sistemas altamente complexos.

Aumento da conscientização sobre doenças ajuda pacientes

Além do acesso a serviços de saúde de alta qualidade, as pessoas também enfrentam grandes problemas no conhecimento da doença. Portanto, muitos pacientes acham que a doença está em estágio avançado, o que reduz muito a chance de cura.

Para fornecer mais informações aos pacientes e estimular o atendimento médico, os Cursos Online com Certificado da área da saúde acreditam que o relacionamento direto com os pacientes é muito importante, e a empresa se esforça para fortalecer as conexões com os pacientes por meio de programas de treinamento e iniciativas de apoio para melhorar o sistema de saúde.

A busca de informação pela internet

Não podemos falar de informação sobre saúde sem comentar como a Internet mudou esta situação. Com o aumento do acesso à Internet, o processo de busca por informação e conhecimento vem aumentando. É difícil encontrar pessoas que não pesquisam no Google explicações sobre lugares para comer, como consertar as coisas ou cozinhar. Na área da saúde, isso não é exceção.

Uma pesquisa do Google mostrou que o Brasil foi o país com o crescimento mais rápido em pesquisas globais relacionadas à saúde no ano passado. De acordo com este estudo, 26% dos brasileiros procuram o Google pela primeira vez quando enfrentam problemas de saúde.

Pesquisas mostram que 40% dos brasileiros fazem um auto diagnóstico médico somente consultando a Internet. Isso faz parte do paciente tentar descobrir o que você tem, mas tem que ter muito cuidado. Os especialistas recomendam usar as informações de saúde na Internet com cautela. Por conta disso, é fundamental sempre encontrar fontes confiáveis , instituições e especialistas da área de saúde.

Se as informações estiverem incorretas, inseguras e incoerentes, podem ter um impacto negativo na vida de alguém. Portanto, para ajudar a encontrar acessibilidade e promoção da saúde, é necessário estabelecer relações estreitas com pessoas e dados confiáveis.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Certificado Cursos Online, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre cursos, educação e diversos segmentos.

Olho de peixe: remédios para removê-lo

O olho de peixe é um excesso de pele, semelhante a um calo, que se forma nos pés e, em particular, entre os dedos, na ponta dos dedos e na sola do pé. 

O termo médico é tiloma e consiste em um espessamento duro ou mole da camada mais externa da epiderme, chamada de estrato córneo, e geralmente se estende às camadas da pele causando dor.

Ao contrário dos calos reais, o olho de peixe, é menor. Ele afeta apenas os pés, enquanto os calos podem se formar tanto nos pés quanto nas mãos. Ambos os sintomas são os mesmos. 

1. Causa do olho de peixe 

O olho de peixe geralmente se desenvolve devido a fricção constante e repetida, ou como resultado de forte pressão. Muitas vezes devido ao uso de sapatos novos ou desconfortáveis. 

As pessoas com maior risco de desenvolver esse tipo de tiloma são aquelas que:

  • Usam saltos ou calçados femininos muito apertados regularmente;
  • Ficam parados por muito tempo;
  • Praticam esportes;
  • Não amarram os sapatos;
  • Com uma deformidade particular;
  • Com ossos finos entre os dedos;
  • Com bursite;
  • Com dedos em martelo.

O aspecto comum de todos esses casos é a posição incorreta do pé dentro do sapato; o pé pode estar mais escorregadio ou comprimido com consequente fricção contínua ou maior pressão de uma parte dele, geralmente entre os dedos, onde o olho de peixe é mais frequentemente formado.

2. Sintomas 

O sintoma mais comum do olho de peixe é a dor, causada pelo aprofundamento do espessamento das camadas mais internas da epiderme, aquelas em contato com os agentes da dor. 

Os outros sintomas dolorosos e incluem:

  • Inchaço da área afetada
  • Dificuldade para caminhar
  • Dificuldade em ficar em pé por muito tempo 
  • Dificuldade em usar o calçado habitual 

Geralmente, o olho de peixe tem uma consistência dura e parece uma pequena protuberância, enrugada no centro. Em outros casos pode ter uma consistência mais macia e parecer esbranquiçada e áspera ao toque.

Pode afetar qualquer parte do pé, mas aparece com mais frequência nos espaços entre os dedos, principalmente entre o quarto e o quinto dedo. Nesses casos, junto com a dor, é possível que também ocorram infecções bacterianas ou fúngicas, pois é uma área mais frágil do pé por ser mais úmida, mais exposta à produção de suor e maceração.

3. Complicações 

Além da infecção bacteriana ou fúngica no caso do olho de peixe, é uma manifestação cutânea sem muitas complicações, não precisando alarmar muito e que pode ser tratado em semanas. 

Olho de peixe e diabetes

O olho de peixe pode se tornar a causa de complicações graves para aqueles que sofrem de diabetes. O olho de peixe em um diabético, devido à presença da má circulação sanguínea, poderia crescer. 

O paciente diabético pode não perceber imediatamente essas complicações, pois a condição pode estar associada a alterações do sistema nervoso que reduzem a sensibilidade à dor: na prática, mesmo na com cortes, feridas, queimaduras ou congelamento, o diabético pode não consegue sentir.

4. Quando consultar um médico 

Todos os diabéticos que têm um ou mais olhos de peixe devem consultar um médico para evitar possíveis complicações. Em qualquer caso, pode sempre consultar o seu médico para pedir conselhos sobre remédios e tratamentos quando os caseiros falham. 

Se o olho de peixe causa muita dor. O médico não terá dificuldade em diagnosticar. O olho de peixe é facilmente visível a olho nu e não requer nenhum exame particular para sua avaliação. 

Uma vez diagnosticada, é importante buscar as causas que provocaram sua formação, assim podendo tratá-la da melhor maneira possível e evitar que ela se repita.

5. Como acabar com o olho de peixe? 

O tratamento do olho de peixe baseia-se principalmente onde causa a dor que são consequência das repetidas fricções ou a forte pressão 

Uma vez eliminadas as causas, os possíveis tratamentos geralmente dão bons resultados em poucas semanas e incluem o uso de vários remédios naturais contra o olho de peixe na parte do pé. 

 

Existem muitos produtos no mercado que podem  reduzir o espessamento da pele causado pelo olho de peixe e, em alguns casos, até tentar preveni-lo. Alguns produtos podem atuar como almofadas protetoras contra atritos ou pressões do pé durante o movimento e favorecer uma posição mais confortável do pé, mesmo que sejam usados ​​sapatilhas femininas desconfortáveis. 

Entre esses remédios, lembramos:

  • Cremes hidratantes, como o creme de ureia; 
  • Escalda-pés quentes com bicarbonato;
  • Almofadas de dedos e palmilhas confortáveis para sapatos;
  • Separadores de dedos, assim evitando compressões;
  • Gel de anti-inflamação, à base de ácido salicílico.

Recomenda-se cuidado especial na presença de diabetes, doença dos nervos ou doença arterial, se a pele do pé for frágil, muito seca ou tiver feridas. Alguns  remédios disponíveis podem ser contraindicados. Um olho de peixe infectado muito dolorido, inchado, vermelho, com presença de pus, requer tratamento com antibióticos e sua remoção pelo médico. 

A remoção cirúrgica do olho de peixe pelo médico é uma opção quando outros remédios naturais não funcionam. É feito ambulatoriamente e o médico fará uma pequena incisão para remover o espessamento do calo. 

A retirada do olho de peixe deve ser feita única e exclusivamente pela mão de um profissional experiente: entrar em contato com outras pessoas, ou pior, tentar retirá-lo você mesmo, pode causar feridas e infecções.

A terceira idade pode ser a melhor fase da vida? Descubra

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em critério etário, a terceira idade começa a partir dos 60 anos nos países em desenvolvimento e, aos 65 anos, nos países desenvolvidos. Apesar de fazer parte do ciclo natural da vida, muitas pessoas têm receio de envelhecer, enxergando, na maioria das vezes, como uma fase a ser evitada ou escondida.

Esse medo e preconceito com o envelhecimento não é novo. A rotina de beleza da rainha egípcia Cleópatra, por exemplo, já possuía técnicas para evitar as “marcas da idade”. Dando um salto na história, no período da industrialização, a vida precária do proletariado, marcada por longas e exaustivas jornadas de trabalho – principalmente para pessoas mais velhas -, potencializou o estereótipo de incapacidade imposto à terceira idade.

“Nós carregamos, historicamente, resquícios dessa vivência [de medo e preconceito com o envelhecimento] e desconstruí-la é um processo lento, que depende de novas políticas públicas e percepções legitimadas socialmente sobre o envelhecer”, explica Aline Cardoso, psicóloga da Clínica Sainte-Marie.

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A terceira idade é um marco importante da nossa existência. É um reflexo de tudo o que vivemos e conquistamos nas faixas etárias anteriores, e não deve, de maneira alguma, ser vista como algo negativo. Levando-se em conta a experiência adquirida e o estilo de vida mais tranquilo, ela pode ser, inclusive, considerada como uma das melhores fases da vida.

O que esperar dessa fase?

Ao falar de envelhecimento, assim como qualquer outro aspecto da vida, não se pode adotar uma visão generalista. O modo como cada um vai envelhecer está intrinsecamente relacionado a fatores biológicos, sociais, psicológicos, econômicos e até políticos. “Trata-se de um processo progressivo, no qual cada sujeito envelhecerá de forma distinta”, elucida Ana Carolina Fávero, psicóloga da Clínica Sainte-Marie.

Mas, de modo geral, envelhecer tem mais pontos positivos do que se imagina, como:

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  • É o momento em que temos mais conhecimentos, vivências e experiências
  • Tendemos a nos tornar mais flexíveis e tolerantes
  • É uma oportunidade de explorar novas formas de ver o mundo e construir novas relações
  • Há mais tempo para investir em uma paixão há muito negligenciada e/ou fazer atividades que trazem bem-estar, como artesanato, estudar outros idiomas, voluntariado, etc.

Boa parte desses benefícios acontecem por causa da chamada inteligência cristalizada – que você deve conhecer como “sabedoria”. Ela se refere a, basicamente, todo o conhecimento adquirido ao longo da vida; e é essencial para auxiliar na resolução de problemas, aumentar a autonomia e potencializar a qualidade de vida.

“Muitos idosos contam que se sentem mais sábios e menos ansiosos nessa fase, apesar das diversas alterações na rotina e na saúde. Eles ficam satisfeitos por terem deixado um legado para a família e os amigos”, conta Ana Catarina Quadrante, geriatra e coordenadora médica da Cora Residencial Senior.

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Entretanto, existem diversos estereótipos negativos que criam uma visão deturpada do envelhecimento e excluem a individualidade presente neste processo. Os principais estereótipos que estão associados a essa fase da vida envolvem equiparar os idosos com as crianças, afirmar que todos os idosos são dependentes e inativos, e que eles sofrem com doenças, perda de memória e incapacidade física.

Além disso, a criação de produtos e campanhas anti-idade também influencia na maneira como compreendemos o envelhecimento, fortalecendo no imaginário coletivo que envelhecer é algo ruim. Essa prática pode causar muita frustração e angústia em quem já está ou se aproxima da terceira idade.

Despir-se dos preconceitos e olhar positivamente para o ato de envelhecer é fundamental tanto para lidar com essa etapa da vida quanto para se planejar, enquanto ela ainda está longe de acontecer.

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Como ter um envelhecimento saudável

Agora que você já reconhece os mitos que rondam a terceira idade e sabe que envelhecer é bom, que tal se preparar para aproveitar ao máximo essa fase? O ideal é reduzir a ingestão de produtos industrializados e processados, e adotar uma alimentação saudável, rica em legumes, verduras, frutas e cereais. Quanto à atividade física, inclua na rotina exercícios de musculação e aeróbicos, que fazem muito bem para o coração.

“Além disso, é importante ter uma vida social ativa, diminuir a exposição ao estresse ou associar medidas de manejo do mesmo, como meditação, yoga e técnicas de relaxamento. Também permita-se ficar um tempo de qualidade com seus familiares e amigos. […] A quantidade e qualidade do sono também influenciam bastante”, acrescenta Daniela Lima, geriatra da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

Ter esses hábitos ao longo da vida irá te ajudar a passar pelas mudanças fisiológicas do envelhecimento sem grandes impactos. Afinal, com o avanço da idade, é normal sentir alterações na visão, diminuição da elasticidade, mudanças na capacidade pulmonar e cardíaca, perda de colágeno e de massa óssea e muscular.

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Mas não se preocupe, como ressalta a geriatra Ana Catarina, “as alterações fisiológicas não têm um impacto maior no cotidiano, desde que as condições de saúde estejam normais”. E para contornar essas mudanças, existem alguns cuidados específicos que devem ser levados à risca, como:

  • Realização de exames preventivos para detecção prévia de doenças
  • Realização de exames de intestino ou para verificar a qualidade óssea, como a densitometria
  • Fazer acompanhamento médico com geriatra
  • Praticar exercícios físicos que auxiliam na diminuição do risco de quedas
  • Seguir uma alimentação rica em proteínas para compensar a perda de massa muscular.

Outro ponto de atenção é em relação aos níveis de vitaminas no organismo. “É comum vermos deficiência de vitamina D nesta população, e também de vitamina B12. Algumas pessoas têm alteração na absorção dos nutrientes por doenças ou por não possuírem uma alimentação diversificada. Nesses casos, usamos suplementos vitamínicos”, finaliza a geriatra Daniela Lima.

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Fonte minhavida.com.br

Cintas pós-parto: vantagens e desvantagens

Cintas pós-parto

Você está em dúvidas sobre como deve ser realizado uso de cintas pós-parto e quais os seus benefícios? Confira quais as indicações e o porquê o uso desse material pode ajudá-la após a gravidez.

Após o parto, você notará algumas mudanças em seu corpo, como nos seios, na barriga ou no intestino. Essas mudanças podem fazer você considerar o uso de cintas pós-parto para ajuda o corpo a se recuperar e tentar voltar ao que era antes.

Em primeiro lugar, você deve saber que é normal ter intestino alto, gordura localizada, entre outros, durante as semanas seguintes ao parto, já que o corpo passou por várias mudanças e tem que voltar gradualmente ao normal.

O que são cintas pós-parto?

O uso de cintas pós-parto é indicado para ajudar a região abdominal a se reposicionar mais rapidamente, aplicando força na região que foi enfraquecida após o parto. Também faz com que os órgãos internos e a pele se reposicionem mais rapidamente e dá à mulher confiança para fazer alguns movimentos.

A cinta pós-parto é uma vestimenta utilizada após o nascimento do bebê, responsável por circundar e comprimir a região abdominal e a região lombar. Existem vários tipos: tubulares, como se fossem um cinto, com suspensórios, com velcro, mais ou menos flexíveis ou rígidos… Além disso, são fabricados com materiais diversos, como microfibra ou algodão.

As opiniões sobre seu uso são diversas, pois para algumas podem ser muito úteis na correção de postura e na estabilização das costas após o parto, mas a pressão aplicada nem sempre é correta. Isso ocorre porque ela não permite que os músculos afetados trabalhem por conta própria.

O ideal é conversar com o seu médico antes de realizar o uso para saber quais os tipos de cinta pós-parto mais indicados no seu caso.

Confira também: Ensaio Gestante Vila Formosa – Dicas para ter o melhor ensaio

Quando usar a cinta pós-parto?

É importante observar que as cintas pós-parto não devem ser usadas imediatamente após o parto normal ou cesariano. Os prazos indicados pelo ginecologista devem ser respeitados.

Após o parto, os músculos, útero e órgãos do abdômen voltam à posição inicial (antes da gravidez). Embora não sejam completamente iguais, com nutrição adequada e cuidados com os exercícios físicos, eles serão capazes de se assemelhar gradualmente.

Especialistas recomendam seu uso logo após o nascimento do bebê, para que a mãe se sinta mais confortável, e aos poucos se acostume com a falta de peso e o vazio do abdômen, desde que consiga ficar em pé sozinha.

Caso tenha sido realizada episiotomia, não opte por calças ou cintas tipo calcinha, pois dificultam a transpiração e, portanto, impede a cicatrização correta da ferida.

Se o parto foi cesáreo, o uso de cintas pós-parto não é recomendado até após a quarentena. Isso permite uma boa cicatrização da parede abdominal e do útero, e que este adquira sua posição inicial de forma fisiológica.

Vantagens do uso da cinta pós-parto

  • Dá segurança na realização de alguns movimentos.
  • Pode ajudar a uma melhor recuperação após o parto, reduzindo a sensação de vazio no abdômen e as dores.
  • Ajuda a manter os órgãos no lugar, pele e modela o corpo.
  • Fortalece a região lombar, dá estabilidade e ajuda na postura correta.

Desvantagens do uso da conta pós-parto

  • Seu uso prolongado impede que os músculos da região abdominal trabalhem por conta própria. Isso causa um atraso na recuperação pós-parto e pode levar à incontinência, hemorroidas ou prolapso genital.
  • Não ajuda a modelar e perder barriga por si só, mas seu uso deve ser acompanhado de hábitos saudáveis, como boa alimentação e prática de exercícios físicos.

Por fim, Converse com seu médico para obter mais informações importantes e realizar o uso adequado da cinta.

Se você optar pelo uso de cinta pós-parto, não se esqueça de escolher o modelo correto. Os mais indicados são os tubulares, que atuam no nível lombar e abdominal, e não afetam a parte da virilha. Além disso, não se deve esquecer que seu uso é apenas um suplemento, portanto seu uso deve ser pontual para que seja positivo e não contraproducente para a recuperação muscular.

 

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Tudo que você precisa saber sobre osteoporose

Já parou para pensar que a osteoporose está bem próxima, principalmente a medida com que a idade vai chegando?

Dessa forma, você precisa saber que os nossos ossos a cada momento estão se renovando.

No entanto, esse processo fica mais lento com o tempo, e as células que compõem o novo osso não são capazes de substituir nada que foi removido, deixando os ossos bem porosos.

Assim, quando não há informações sobre, e um tratamento, pode ocorrer a tão conhecida osteoporose, e uma série de outros problemas.

Portanto, neste artigo, você vai aprender simples tudo sobre a osteoporose, e como essa doença pode afetar os ossos.

Este conteúdo abordará o assunto, passando por tópicos como:

  • O que é a osteoporose?
  • Saiba quais são os principais sintomas da osteoporose
  • O que fazer para evitar essa doença?
  • Qual especialista procurar e como é feito o diagnóstico?

O que é a osteoporose e quem ela atinge?

No decorrer dos anos, a falta de densidade mineral nos ossos é comum, até porque estamos falando de algo que vai se desgastando.

No entanto, a osteoporose é uma das principais responsáveis por acelerar essa perda óssea, resultando em uma diminuição na absorção de minerais e cálcio.

Ou seja, ela é justamente uma doença que contribui para uma má absorção de nutrientes, deixando os ossos bastante fracos.

Na maioria das vezes, esse problema ocorre em mulheres que já passaram pela menopausa, onde fragilidade óssea também pode ocorrer devido à falta do hormônio feminino estrogênio, que as torna porosas como uma esponja.

Além disso, ela também atinge os homens, onde a osteoporose é mais normal ocorrer após os 65 anos, principalmente nos sedentários.

Aliás, para você ter ideia, cerca de 2.000 brasileiros morrem a cada ano em decorrência de complicações da osteoporose.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a osteoporose como sendo sinônimo de diminuição da densidade mineral óssea (DMO).

Assim, eles afirmam que em todo o mundo, 13–18% das mulheres e 3–6% dos homens com mais de 50 anos sofrem de osteoporose.

Ou seja, é uma doença não apresenta sintomas aparentes, que só é detectada por exames de sangue e massa óssea, ou quando aparecem as primeiras fraturas, acompanhadas de fortes dores.

Vale destacar que osteoporose é apontada como a segunda doença que mais do mundo, estando atrás de doenças cardiovasculares.

Saiba quais são os principais sintomas da osteoporose

Como já citamos, a osteoporose é uma doença que não apresenta sintomas tão evidentes e muito visíveis.

Ou seja, dificilmente você vai sentir sintomas aparentes, como, por exemplo, uma dor de cabeça.

Assim, a sua principal forma de descobrir, é quando a dor ou uma fratura começa a aparecer, na região da perna.

Portanto, é essencial se atentar para os seguintes sintomas que são capazes de sugerir microfraturas:

  • Dor na coluna
  • Formigamento nas pernas
  • Diminuição da altura
  • Postura encurvada ou cifótica.

Enfim, em meio a esses sintomas pode surgir complicações que resultem em problemas nas outras áreas do corpo, como o joelho.

Desse modo, isso acaba sendo algo muito comum, o que em grande parte das vezes, acaba sendo necessário realizar uma cirurgia no joelho.

Portanto, caso você venha a sentir que está com osteoporose, e dores no joelho, é crucial consultar um médico especialista em Joelho.

O que fazer para evitar essa doença

Se você está preocupado com a osteoporose, saiba que seguindo desde cedo, é possível evitar essa doença.

Nesse sentido, confira as principais alternativas de alimentos e ações que são indicadas por especialistas, para evitar essa doença:

  • Leite e derivados
  • Peixes gordurosos (como o salmão)
  • Fígado e óleo de fígado
  • Verduras verdes
  • Leguminosas
  • Cogumelos
  • Pratique exercícios
  • Mantenha-se no peso ideal
  • Pare de fumar
  • Evite o álcool
  • Use vitaminas D e suplementos (sob prescrição médica)
  • Faça a densitometria óssea regularmente.

Qual especialista procurar e como é feito o diagnóstico?

A fim de evitar esse problema, um check-up com um médico especialista em ortopedia é recomendado antes que os primeiros sintomas apareçam.

Se necessário, um especialista pode prescrever a densitometria óssea, teste ideal para descobrir o problema por meio da análise da massa óssea.

Assim, você pode ver o osso mais a fundo, e medir a densidade mineral, evitando uma fratura e se necessário, começando o tratamento.

Por fim, o procedimento é geralmente recomendado para mulheres com mais de 45 anos e homens com mais de 65 anos.

Considerações finais

E aí, já tinha ouvido falar de alguns desses pontos?

Querendo ou não, a osteoporose é um problema que acaba atingindo grande parte das pessoas em todo o mundo.

Então, falar sobre ela é extremamente importante.

Espero que tenha gostado.

Como são feitas as consultas médicas em transmissão ao vivo na pandemia?

A pandemia causada pelo novo coronavírus mudou muita coisa na nossa sociedade. Fomos pegos de surpresa e tivemos que nos adaptar às mais diferentes imposições que a maior crise de saúde do mundo provocou.

Toda essa mudança aconteceu por conta da capacidade de transmissão do vírus somada ao desconhecimento médico sobre ele que fez com que a única estratégia possível para frear a doença fosse o isolamento social.

Transmissão ao vivo

As pessoas passaram a trabalhar de forma remota, tiveram que fazer as coisas muito afastados um do outro e com isso o problema foi resolvido realizando uma live. As famosas lives ganharam espaço durante a quarentena. Os artistas fizeram muitas.

Mas acabou que essas lives precisaram continuar em outras áreas além da música. Teve a utilização de drones para filmar eventos e entre muitas outras tecnologias que acabaram fazendo parte de processos que antes eram apenas presenciais.

Com a pandemia, até processos de contratação de desligamento de empresa começaram a ser feitos de forma totalmente remota. E nesse cenário, as consultas médicas também passaram a utilizar a tecnologia em prol da saúde.

Essa foi a última saída para manter o atendimento médico das pessoas sem comprometer a saúde delas colocando essas pessoas em exposição ao vírus, podendo ficar gravemente doentes e até indo a óbito.

Consultas Remotas

Os planos de saúde aderiram à prática e assim conseguiram agilizar muito a vida das pessoas. Além disso, foi possível notar o tempo que se ganha com a consulta remota.

Afinal de contas, quantas vezes você já foi ao médico para resolver um problema que não levou sequer 10 minutos?

Para essas consultas remotas existe um nome: telemedicina. E afinal o que é isso? Vamos entender um pouco melhor a seguir, para você ter todo o conhecimento que precisa. Vamos lá?

O que é telemedicina?

A telemedicina é a disponibilização de serviços médicos a distância para cuidar da saúde. Tudo isso é feito com um aparato tecnológico muito completo, que torna a experiência da consulta tão boa quanto a da consulta presencial.

Ela é muito complexa e não pense você que ela se resume exclusivamente para as consultas. Muitos médicos usam a telemedicina para debater questões técnicas, profissionais da saúde utilizam plataformas online e muitos outros.

A telemedicina é um grande suporte para a medicina tradicional e surge por meio do conhecimento científico e também pelos recursos tecnológicos existentes.

Pensa em como a telemedicina é útil para lugares de difícil acesso?

Um verdadeiro avanço para o monitoramento da condição clínica do indivíduo, além da possibilidade de intervenção precoce em casos onde algo está errado.

Sem falar na aproximação do médico com o paciente, ampliação da agenda clínica pela rapidez com que a telemedicina dá para a consulta entre muitas outras coisas também.

Percebeu como a telemedicina, ou consulta médica em transmissão ao vivo é importante? Um dos grandes legados para a medicina que já era praticado, mas que chegou para ficar por conta da pandemia.

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